A morte do zagueiro Serginho

A morte de SerginhoAinda estão em nossas mentes as imagens trágicas da morte do zagueiro Serginho, do São Caetano. A angústia dos médicos e dos jogadores tentando reanimá-lo, buscando fazer alguma coisa para evitar o inevitável. E assim, a partir de um jogo de futebol aparentemente sem grandes conseqüências, todos fomos contagiados pelo assunto mais misterioso da vida: a morte. Nessas horas, fala mais alto a solidariedade, a fé que remove montanhas, o sentimento de pertencer à mesma humanidade. Poucos minutos depois de o jogador ter sido conduzido ao hospital, uma cena emocionante foi transmitida do estádio pelas emissoras de televisão: jogadores das duas equipes, abraçados e em círculo, fizeram orações pelo restabelecimento do jogador. Ali reunidos eles estavam acima de qualquer sectarismo religioso, de qualquer rivalidade futebolística, de qualquer outro sentimento menor. Mas já era tarde. Serginho havia falecido. A torcida são-paulina, adversária de Serginho em seu último jogo no Morumbi, também participou da homenagem ao passar de ônibus pelo hospital gritando o nome dele. A CBF decretou luto oficial e cancelou o próximo jogo do São Caetano. Ficam duas perguntas: como são feitos os exames médicos dos atletas? Quando nossos clubes estarão aparelhados para enfrentar, adequadamente, situações como essa?


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