Crianças aprendem em museus

Quando visitamos o Museu do Louvre, o Palácio de Versalhes, o Trocadero e a Torre Eiffel, em Paris, ou o Tâmisa, o “Big Ben”, o Palácio de Buckingham, em Londres, é comum encontrarmos centenas de crianças em idade de alfabetização, percorrendo esses lugares com seus professores, que funcionam como dedicados guias turísticos de seus pupilos. Os museus enchem-se da algazarra dos pequenos visitantes, mas logo se acostumam com eles. Eles, por sua vez, assistem às mais memoráveis aulas de história de suas vidas: visitam in loco onde foi forjado seu país. No Brasil poderíamos seguir esse bom exemplo. O grande benefício seria que, ao investirmos nas futuras gerações, estaríamos fortalecendo o sentimento de pertencer a um país e a uma cidade, nutrindo amor à sua própria história, além de incentivar simpatia pelas artes em geral. Temos o Pelourinho em Salvador, o Forte dos Reis Magos, em Natal, o Paço Imperial no Rio de Janeiro, o Catetinho, em Brasília e milhares de outros lugares interessantes para festejar com nossas crianças, como por exemplo as cidades históricas de Ouro Preto, Tiradentes, Congonhas, em Minas Gerais.


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