Brancos e negros: defasagem em avanços sociais

Violencia contra os negrosA população negra tem hoje, em média, os níveis de qualidade de vida que a população branca tinha no começo dos anos 90. Em várias áreas eles se beneficiaram dos avanços dos indicadores das duas últimas décadas — com redução no trabalho infantil, aumento da expectativa de vida, redução do trabalho infantil e pequeno declínio no número de pobres —, mas essas mudanças não foram suficientes para equiparar as duas parcelas da população do país. É o que aponta o Atlas Racial Brasileiro, a mais ampla base de dados sobre raça já publicada no Brasil. Os números mostram que em alguns casos a desigualdade diminuiu. Entre 1980 e 2000, a porcentagem de jovens de 10 a 14 anos trabalhando caiu mais entre os negros do que entre os brancos. Os dados de esperança de vida também mostram um hiato de dez anos entre negros e brancos. De 1980 a 2000, a expectativa aumentou em ambos os grupos. Entre as mulheres brancas, passou de 63 para 73 anos. Entre as negras, cresceu de 60 para 69 anos. A esperança de vida dos homens brancos passou de 58 para 68; a dos negros, de 56 para 63 anos. Combater a discriminação racial usando dados estatísticos é uma tarefa nobre.

18 Responses so far.

  1. phentermine disse:

    phentermine

    exclamatory recreation:seacoast bearably hoot phentermine http://phenterminehclhere.blogspot.com/

  2. Nivaldo Paulino Teodoro disse:

    Estou Movimento Negro Brasil Cafa, em Barbacena e gostaria de receber artigos referentes a nossa situacao no cenario nacional

  3. NIVALDO disse:

    Estou Movimento Negro Brasil Cafa, em Barbacena e gostaria de receber artigos referentes a nossa situacao no cenario nacional

  4. Olá !!!
    Eu gostario de sabe que posso para jornal pq eu sou surdo tb negros é união no faculdade para direito dia marcado combina Um aguardo seu me responder
    Sandro

  5. Waldimiro de Souza disse:

    Acesse Blog,onegronobrasil1980.blogspot.com

    Abrsço

    Waldimiro

  6. Waldimiro de Souza disse:

    Leia, divulgue,comente e faça o seu estudo

    Obrigado

    Waldimiro

  7. Artur Higino disse:

    Link da entevista do Milton Santos, muito interessante:

    http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_SP/Educacao/MiltonSantos.htm

  8. José Higino disse:

    Nota do Senador João Durval (PDT-BA) em homenagem ao dia da consciencia negra.
    “A figura do baiano Milton Santos lhe vem à mente, quando o assunto é consciencia negra. A data é comemorada hoje porque foi o dia da morte de Zumbi, líder do Quilombo de Palmares, em 1665 e se destaca porque contrapõe-se ao 13 de maio- data da abolição da escravatura – contestada pelas comunidades negras que acabaram marginalizadas pelo ato abolicionista. Milton Santos também é um contraponto ao negro oprimido, pois foi um dos baianos mais importantes da história.
    Nascido em Brotas de Macaúba, em 1926, foi um geografo e “livre pesquisador” brasileiro. Considerado um homem afável, fino e discreto, ainda combativo, foi doutor honoris causa em vários paises do mundo. Foi o único brasileiro a ganhar o Nobel, na verdade premio Vautrin Lud. Escreveu cerca de 40 livros e é hojre, talvez, o brasileiro mais homenageado internacionalmente, excluindo-se outro negro: Pelé. Ao morrer, no ano de 2001, depois de ensinar em vários países, exilado que foi pela revolução de 64, Santos era titular da cadeira de Filosofia e Ciencias Humanas da USP.
    Eu não poderia deixar de Prestar esta homenagem a um baiano excepcional e, na figura dele, ao povo negro que povoou e fez a historia na Bahia. A qualidade de intelectual do Milton Santos demonstra bem que o negro pode e deve buscar seu espaço na cultura brasileira.

    foi transcrito nesse blog como comentário

  9. Geralo Horta disse:

    A condição de negro

    “O fato de eu ser negro e a exclusão correspondente acabam por me conduzir à condição de permanente vigília.” Esse depoimento de Milton Santos evidencia a sua consciência em relação à questão do preconceito e da discriminação que sofreram os negros no Brasil. Não participava de movimentos ligados à sua causa, uma questão de coerência com aquilo que ele dizia ser fundamental para um intelectual: a independência. “Não sou militante de coisa nenhuma. Essa idéia de intelectual, apreendida com Sartre, de uma independência total, distanciou-me de toda forma de militância”, declarou.

    Descendente de escravos que foram emancipados antes da abolição da escravatura no país, Milton Santos enfrentou quando jovem diversas manifestações de racismo. Desistiu de cursar Engenharia, entre outros motivos, quando o alertaram que havia resistência aos negros na Escola Politécnica. Em outra ocasião, foi convencido por colegas a não se candidatar ao cargo de presidente da Associação dos Estudantes Secundários da Bahia. O argumento usado por eles foi de que, como negro, ele não teria acesso ao diálogo com as autoridades.

    Mesmo assim, continuou sua trajetória no meio acadêmico e hoje, pela sua relevância como intelectual, tornou-se referência para o movimento negro. “Não porque ele militava, ele era um acadêmico, mas pelo debate que fazia sobre inclusão. E também por não esquecer suas origens, apesar de ter se consagrado como um dos mais importantes intelectuais do mundo”, aponta o geógrafo João Raimundo de Souza, a propósito de uma homenagem feita pela Universidade de Campinas (Unicamp) a Milton Santos.

    Fonte: Revista Fórum, 56, ano 6, novembro de 2007, páginas 10 e 11, por Glauco Faria.

  10. Artur disse:

    A MÍDIA SOMOS NÓS
    por Rodrigo Mesquita

    O primeiro site de informação jornalística no Brasil – o da Agência Estado – começou a nascer em 1988. A visão de que o desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação, TICs, iriam determinar o futuro das tradicionais empresas jornalísticas, foi o mote para iniciar a transformação de uma unidade operacional do Grupo Estado numa inovadora empresa virtual de informação.

    Estávamos em 1988 e o objetivo explícito era o de criar um serviço de informações econômicas em tempo real, visto que a comunidade financeira era a única, naquela época, em condições de sustentar uma empresa de informação com estas características. O objetivo implícito era iniciar o processo de conquista de conhecimento para, no futuro, contribuir para o processo de migração dos tradicionais negócios de uma empresa jornalística do papel para as redes de comunicação e os diversos displays que elas comportam.

    A primeira rede de distribuição de informação da AE era estruturada num sistema que utilizava uma sub-banda do FM. A Embratel era monopólio estatal, e a alternativa para este sistema seriam as linhas privadas que, em função da inexistência de um mercado competitivo, eram caras e de operação duvidosa. Era impossível imaginar que as TICs apresentariam a evolução geométrica que vêm ocorrendo desde aquela época. Muito menos que, no início do século XXI, as tecnologias não proprietárias estariam iniciando o processo de superação dos grandes monopólios que nasceram com o início desta nova aventura da humanidade.

    A Agência, neste processo, atingiu um grau de excelência informativa que a levou a uma situação de referência de mercado. Talvez, seja a única empresa de informação brasileira cujos processos de captação, processamento e distribuição de informação tenham sido, sem exceção, estruturados em rede. Isso também foi verdadeiro para seus processos administrativos, comerciais e tecnológicos. Uma empresa organizada em rede – células de profissionais multidisciplinares com liberdade e responsabilidade para criar e preparar o futuro.

    A abertura de caminho para conquistar outras formas de relação com o mercado, além do tradicional modelo de negócio sustentado por distribuição de informação, foi possível para a AE por causa desta organização funcional em rede e porque, também em função desta filosofia, a empresa nestes anos todos conquistou um profundo conhecimento das tecnologias de informação e comunicação e suas possibilidades, especialmente as de código aberto.

    Por uma questão de custo x benefício, a empresa começou a desenvolver-se em cima do sistema operacional aberto Linux e de softwares livres (o ecossistema Linux), a partir de 1996. A consciência dos profissionais da necessidade que tinham de criar novas plataformas de relacionamento com o público, aliada a uma postura aberta em relação à tecnologia, permitiu um primeiro grande avanço neste novo mundo. E daí começa a se explicar a liderança da Agência.

    O porvir das tradicionais empresas de informação, está claro, dependerá da capacidade delas para, paulatinamente, desenvolverem novos modelos de negócios sustentados por operações de network. A internet é muito mais do que um meio adequado para organizar e distribuir informação. É uma nova infra-estrutura que permeia todas as relações e atividades humanas. Como meio de comunicação, é o mais importante desde a prensa de Gutenberg. É um novo ecossistema para a humanidade explorar, abrir novos caminhos e construir novas oportunidades.

    Ela contém todos os meios que vieram antes e, por ser rede, enriqueceu este conjunto com a convergência e a interatividade. Este novo ecossistema provoca a mudança, induz a rearticulação dos processos de produção de conteúdo e de riqueza. E com isso abre um novo caminho para o público e, pela primeira vez, com o público. Revirando e contrariando a maioria dos conceitos que assumíamos sobre mídia e sobre modelos de negócio em geral. No mundo da internet, a rede, nós somos definidos pelo que sabemos e pelo que compartilhamos. Sem conhecimento e sem compartilhamento não se vai a parte alguma.

    As empresas jornalísticas tradicionais, no entanto, ainda não despertaram plenamente para este fato. Junto com os outros meios de massa broadcast – a TV aberta e o rádio – detinham, até o advento da Web, praticamente o monopólio de distribuição de informação para uma determinada comunidade, num espaço físico específico. Talvez por isso mesmo esta indústria tenha restringido sua atuação, neste primeiro momento do novo ambiente em construção, a procurar emular seu modelo de negócio, que historicamente se sustenta em função da franquia que deteve até recentemente de distribuição de informação editorial e comercial, para o mundo da internet.

    Isso contribuiu para que a rede seja entendida pelo público quase que exclusivamente como uma enorme biblioteca digital composta por sites ou portais, com maior ou menor volume de informação, mais ou menos dinâmicos e com ferramentas melhores ou piores, para manusear e usar a informação. Sua enorme capacidade de organização e publicação de qualquer tipo de conteúdo acabou dando o tom, nestes primeiros anos. Talvez não poderia ter sido diferente, mas mesmo assim não foram poucas as mudanças que ela gerou e vem fomentando nas nossas vidas.

    Aspas, uma confissão
    Não acredito que os blogs ou os wikis (softwares de publicação de facílima utilização que permitem o desenvolvimento de conteúdos individualmente ou coletivamente), como estão conformados hoje, vão substituir o jornalismo tradicional. A única certeza que tenho é que o processo de formação de opinião daqui para a frente será cada vez mais autônomo, difuso, complexo e sofisticado.

    Vejo a internet como uma infra-estrutura para articular qualquer tipo de relação humana. Sejam elas de cunho econômico, político ou social. A rede não é só um novo meio de comunicação, apesar de neste primeiro momento ter servido antes de tudo para organizar e distribuir informação. Ela é antes de tudo fator de rearticulação de processos, privilegiando as possibilidades de cooperação, colaboração e compartilhamento.

    As tradicionais empresas jornalísticas ignoram estes fatos e, também por isso, vêm perdendo mercado há anos. Suas estratégias são exclusivamente defensivas: jornais populares, jornais gratuitos, tablóides e reformas editoriais clássicas. Nenhum movimento estratégico para procurar explorar as possibilidades de network.

    Angra do Heroísmo, de Antônio Dacosta

    O mundo mudou. Na Idade Média quem dominava a informação era Igreja e o poder temporal. Com a Renascença e o conjunto de inovações que a impulsionaram, entre elas a criação da prensa por Gutenberg, a Igreja e seus aliados perderam este monopólio. A burguesia ascendente teve acesso ao conhecimento e à possibilidade de publicar e vender suas idéias e valores.

    Em meados do século XIX, o jornalismo começou a virar negócio. As publicações deixaram de ser panfletos de vida efêmera para se tornarem perenes e gerarem uma plataforma de negócios. O apogeu disso ocorreu entre as duas grande guerras. Hoje, com a infra-estrutura de redes, o modelo de negócio baseado exclusivamente em distribuição de informação morreu (não é morte súbita, é um definhar lento e dolorido). Sempre será mais fácil entender a crise que o declínio.

    Em 1930, São Paulo tinha 800 mil habitantes e o principal jornal da cidade circulava com 100 mil exemplares. Seus classificados eram a principal rede de vendas da cidade. Não existiam cadeias de lojas ou de supermercados. Os jornais aqui e em cidades semelhantes eram os principais canais de vendas de uma enorme gama de produtos e serviços – uma plataforma de relacionamento ajustada e adequada para a época como nenhuma outra em todos os tempos. Isso permitiu que os jornais desenvolvessem em todo mundo um jornalismo caro e sofisticado.

    Fecha aspas, o mundo em rede
    Este tempo acabou. Vivemos num mundo interconectado em tempo real. A minha geração, que foi surpreendida por este processo no meio do caminho, não terá tempo para reaprender a pensar, num contexto tão profundamente modificado por novas ferramentas e possibilidades. Sua responsabilidade é a de facilitar o caminho para as gerações que se seguirão. Estas viverão num tempo em que a conexão será uma commodity, um direito tão fundamental quanto o de votar. Assim como o equipamento para se conectar.

    A segmentação da informação, que é possível hoje graças ao poder de distribuição cada vez mais barata e rápida, leva naturalmente à formação das comunidades, e de comunidades dentro de comunidades, e a atenção compartilhada dá um centro de gravidade a elas. A interatividade que a rede traz leva às tecnologias de colaboração, de compartilhamento e de geração de novos espaços de conexão humanos, e cria todo um novo modelo de produção de conteúdo e de riqueza. É esta a mudança mais profunda e radical e, neste contexto, as empresas de informação deixaram de ser o centro.

    O cidadão, o usuário, passa neste novo mundo em construção a ser ativo, respondendo on-line aos estímulos de atenção e recriando-os. Ele é o centro de geração e ampliação da atenção e dos estímulos. Não mais uma antena, mas um roteador. Não mais um elemento em linha, mas um processador em paralelo. O cidadão é único e fundamental, mas varia na intensidade de sua participação e não pode ser discriminado, é um comunitário. Não podemos menosprezar a quantidade de informação (e, eventualmente, qualidade) que blogs, wikis e outras ferramentas de publicação, que serão desenvolvidas, aportam e aportarão cada vez mais ao processo. São milhões de repórteres com celulares e câmaras, num processo em rede que mal se iniciou e que vai amadurecer.

    As tradicionais empresas de informação poderiam ocupar espaços importantes neste processo. A conectividade, enquanto pensamos com o modelo velho na cabeça, implica gradação: ilhas (jornais), arquipélagos (meios de maior alcance, rádio, tv), o planeta ligado (conectividade ilimitada, dispersão instantânea da informação, potencialização de nichos e comunidades isoladas). O que gera necessidade de centros referenciais da busca pela informação, que é global e irrestrita. O Google, neste sentido, é um exemplo que poderia ser referência para os jornais.

    Ninguém mais pode controlar as possibilidades de criação, de comerciar, de distribuir, de achar e de interagir dos cidadãos. A barreira de entrada para a mídia foi demolida. A transmissão de informação deixou de ser monodirecional para se transformar num pool aberto. Isso muda tudo: as inter-relações, a equação econômica, a estrutura de poder.

    Neste mundo novo, o controle está mudando para as mãos do cidadão. O futuro da mídia está nas mãos do público. As tradicionais empresas jornalísticas, os políticos, o governo e o marketing das corporações distanciaram-se da sua dimensão humana ao se colocarem em pedestais frente ao público. Não admitem erro. Por isso resistem em entrar em processos de conversação e têm enorme dificuldade para perceberem que a notícia não acaba quando é impressa e difundida.

    Não percebem que o verdadeiro ciclo da história começa aí, quando o público levanta questões, acrescenta fatos e corrige erros, levando a uma nova perspectiva mais próxima da verdade.

    O objetivo primordial da mídia talvez seja o seu mais tradicional e valoroso, que vem a ser a defesa da civilização, da democracia e da ética, mas agora na velocidade deste novo tempo. Por isso é primordial que se busque estabilizar este grande e impulsivo criar de comunidades por meio de uma plataforma de valores humanos geradora de confiança entre as pessoas.

    É esta a lição que se começou a receber e se poderia aprender, na construção da história da Agência Estado. Os 10 anos de atuação na rede com um portal de informação aceleraram e aprofundaram o processo de aprendizagem. E com certeza ainda há muito mais que aprender do que usufruir.

    Nota do Editor
    Rodrigo Mesquita, jornalista e empreendedor, autoriza a republicação deste texto. O copyright dele pertence à Radium Systems.

    São Paulo, 21/3/2005

  11. Eliecim Figueiredo
    Ruralista – Mansidão – BA

    Na história da humanidade, o negro sempre sofreu e sofre com a discriminação. Não existe um indivíduo negro que não relate fatos desta natureza. É intolerável que neste, nosso Brasil, ainda se conviva com estas atitudes.
    A população é composta em sua maioria de negros, mulatos e mestiços. Há discriminação em toda parte, nos comentários mais variados e intencionais, tais como: ‘negro parado é suspeito, correndo é bandido’, ‘negro quando não suja na entrada, suja na saída’, e tantos outros ditos maldosos, agressivos e depreciativos da dignidade de qualquer ser.
    Para que o negro conquistasse respeito como cidadão, foi necessário instituir lei, com penas duras previstas no código penal. Lei instituída como crime inafiançável. A lei impôs penas severas, para quem não cumprir. Para um assunto que devia ser natural na convivência entre pessoas da mesma espécie, isto é, tratamento igualitário com deveres e oportunidades iguais para todos.

    O Negro no mercado de Trabalho
    As estatísticas mostram que os negros sempre ocupam cargos subalternos e em cargos mais qualificados, ocupando as mesmas funções, são mal remunerados. Ao alcançar cargos importantes tem que mostrar capacidade e muita competência. Mesmo revelando ser capaz , são questionados por chefiar equipes e liderar pessoas. A vida do negro não é fácil

    O Negro na Escola Formal
    De passado recente, o governo federal instituiu cotas de acesso aos afrodescendentes nas universidades. Lei (esta) que é questionado por alguns seguimentos da sociedade. Dizem que a lei é paternalista, entretanto, o negro tem dificuldades de toda sorte. Condição financeira para estudar na escola privada de melhor qualidade, ele não possui. Tem que usar a escola pública, com raras exceções sucateadas. Sendo assim, o aluno negro não esta preparado como os demais, portanto, concorre em desigualdade.

    O negro não é menos capaz ou menos inteligente. Ofereça oportunidades iguais, mas, iguais mesmo, que mostrará ser sábio em vários seguimentos do conhecimento humano.
    Não é choramingar. É relatar fatos que incomodam. Temos necessidades urgentes de acabar de vez com a discriminação em qualquer situação que seja.

    PS: Louve-se a oportunidade que é dada por Waldimiro de Souza em seu blog livre. Parabéns Waldimiro.
    onegronobrasil1980.blogspot.com

  12. José Higino disse:

    Em busca dos direitos iguais
    Correio Braziliense – 26 de outubro de 2006 – Fórum de defesa dos portadores de deficiência denuncia que empresas não cumprem legislação que obriga a oferecer vagas de trabalho e aponta descaso com a acessibilidade nos prédios do DF

    Por Leandro Bisa

    O universitário José Higino Oliveira, 21 anos, enfrenta dificuldades até para reivindicar direitos. Ontem, acompanhado de um grupo portadores de necessidades especiais, visitou a delegada regional do Trabalho, Elizabeth Maroja, para exigir o cumprimento da lei que obriga empresas com mais de 100 funcionários a reservar vagas de trabalho para deficientes. Mas a falta de elevador e rampas o impediu de chegar à sala da reunião, no andar superior do prédio, na Asa Norte. O encontro foi improvisado no térreo. A delegada se comprometeu a, em 15 dias, convocar representantes dos setores empregatícios e exigir o cumprimento da legislação. Hoje, o grupo pretende agendar reunião no Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) para reclamar da falta de acessibilidade em prédios da capital.

    A iniciativa de ir à Delegacia Regional do Trabalho (DRT) e ao MPDF é do Fórum Permanente de Apoio e Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do DF e Entorno (Faped), que reúne instituições que lutam em favor de portadores de necessidades especiais. O coordenador geral do Faped, Michel Platini Fernandes, explicou que o grupo pretende visitar todos os órgãos públicos que têm dever de garantir o cumprimento dos direitos específicos de portadores de deficiência.

    O trabalho começou pela DRT porque, segundo Fernandes, entrar no mercado de trabalho é o primeiro passo para garantir a dignidade e a inclusão social de uma pessoa. “As empresas simplesmente não cumprem a lei. Mas não há fiscalização”, afirmou Fernandes. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o DF tem cerca de 300 mil deficientes.

    O Fadep apresentou à delegada do Trabalho relatório com uma série de irregularidades encontradas em dois supermercados da capital federal. O documento é resultado da blitz realizada em 21 de setembro, o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência. O grupo, além de não encontrar funcionários com necessidades especiais, constatou ausência de informações em braile para cegos, de funcionários que saibam a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atender surdos, além da falta de espaço entre caixas para cadeiras de rodas e balcões e prateleiras impossíveis de serem alcançadas por cadeirantes, entre outras irregularidades.

    Fernandes lembrou que o Decreto Federal 5.296/2004 especifica as normas gerais de acessibilidade. “As pessoas não conseguem ter acesso a supermercados, hospitais, universidades e vários outros prédios”, afirmou. Ele adiantou que as blitzes de fiscalização se repetirão. “Este semestre estamos trabalhando no setor varejista. No próximo, deve ser o setor de saúde”, acrescentou.

    O universitário José Higino ficou constrangido com a visita à DRT, pois a reunião teve de ser improvisada em uma sala no térreo. “É constrangedor, mas não é a primeira vez. Às vezes, tenho que ser carregado”, disse o rapaz, aluno do curso de serviço social da Universidade de Brasília e morador da Asa Sul. Há três anos, ele se acidentou em um mergulho no mar. “Desde então é essa luta. Só depois do acidente percebi como os direitos básicos dos cadeirantes, cegos, surdos, mudos e outros deficientes são cerceados pelo poder público e privado”, disse o jovem.

    A delegada Elizabeth Maroja explicou que o prédio da DRT ainda não tem elevador porque faltou verba. Ela garantiu que vai incluir o pedido no planejamento orçamentário para o próximo ano. Disse ainda que pretende convencer os representantes dos setores empregatícios a elaborar um calendário de contratações de deficientes. “Nossa intenção não é multar, mas promover a inclusão”, afirmou Maroja.

    O que diz a lei

    De acordo com artigo 93 da Lei Federal 8.213, de 24 de julho de 1991, as empresas com mais de 100 funcionários são obrigadas a reservar vagas para portadores de necessidades especiais. O número de vagas deve obedecer à seguinte proporção

    Entre 100 e 200 empregados – 2% das vagas

    Entre 200 e 500 empregados – 3% das vagas

    Entre 500 e 1 mil empregados – 4% das vagas

    Mais 1 mil empregados – 5% das vagas

  13. BR 020, Brasília – Fortaleza (Trajeto: Distrito Federal, Goiás, Bahia, Piauí e Ceará).
    Inicio em 56 com Presidente JK, no total 52 anos dos trechos Riachão das Neves/BA e Pícos/PI não concluídos (obra parada). Encaminhei ao presidente da Republica, Lula, várias correspondências solicitando providencias do seu Governo com relação a esse trecho da BR 020. Em reposta o Ministério dos Transportes na carta Nº 020/GM/MT datada 25 de janeiro de 2008:

    “Por incumbência do senhor ministro dos transportes, Alfredo Nascimento, reporto-me a sua correspondência de 16 de julho de 2007, para encaminhar a Vossa Senhoria o Oficio Nº 82/2008/DG, do Departamento de Infra-Estrutura de Transportes – DNIT, de 18 de janeiro de 2008, contendo esclarecimentos sobre o assunto em epígrafe.
    Cabe esclarecer que, dentro da área de competência desta pasta, o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes – DNIT, nos termos do disposto da lei Nº 10/233/2001, é a entidade que administra a infra-estrutura do Sistema Federal de Viação constituída pelas vias navegáveis; ferrovias e rodovias federais; instalações e vias de transbordo e de interface modal e instalações portuárias. ‘’

    DNIT, Processo nº 50600.003871/2006-98

    “Em atenção às reiteradas solicitações do Sr. Waldimiro de Souza, desta vez dirigida ao Sr. Presidente da Republica, onde o missivista pleiteia o reinicio das obras da BR 020/BA/PI, entre Riachão das Neves/BA e Picos/PI, apresentamos as seguintes informações:
    • A CGPLAN, informa que iniciou, por meio do processo n º 50600.002238/2007-06, os procedimentos preliminares, visando à licitação dos estudos de viabilidade de construção da BR 020/BA/PI, conforme demonstrado no quadro de fls. 48.
    • Antecipando a esta providencia, a SR/PI, publicou e licitou, através de tomada de preço, a seleção da empresa para elaboração da Avaliação Econômica do projeto de construção da BR 020/PI, subtrecho Div. BA/PI – Coronel José Dias, segmento Km 0,0 – Km 55,0.
    • Nos segmentos existentes, o DNIT está providenciando a manutenção da rodovia, de forma a continuar sua trafegabilidade.
    • Há que se esclarecer que as obras pleiteadas não constam dos programas prioritários do Governo Federal, estando esta DPP procedendo as providencias para elaboração dos estudos de viabilidade, com vistas a ser verificada a possibilidade de sua execução, tendo em vista os altos investimentos a serem realizados.”

  14. José Higino disse:

    Sandra Maria da Silva comunidade de Carrapato da Calatinga Bom Despacho-MG
    Diretora de Genero da federação quilombola de minas gerais.
    A federação começou a ser criada no ano de 2004, novembro, no primeiro encontro das comunidades quilombolas do estado de minas gerais. Nesse primeiro encontro começamos a formar a federação, primeiro formamos uma comissão provisória e dessa comissão começamos a trabalhar, fazer encontros, reuniões, pra ser formada a federação. O estado de minas dentro da região e das regionais, onde agente ficou mais na parte do norte, que é Montes Claros que tem a maior parte das comunidades, agente teve ajuda do centro de documentação Lula Ferreira, da CEPAING, do CONFEA e do professor da UniMontes o Joba. Deu muito trabalho, foi uma luta bem grande, mas agente conseguiu constituir essa federação com a documentação tudo certinho. E com essa trajetória de federação agente trabalhou junto com o governo, fazendo o reconhecimento. Tinha algumas comunidades reconhecidas, mas muitas que nem sabiam do seus direitos. Então agente começou a fazer as viagens nos municípios pra reconhecer essas comunidades em 3 anos, e o trabalho continua, nos já temos reconhecidas 436 comunidades. Nos fizemos o segundo encontro estadual e já tivemos a participação de bastante comunidades. Não estamos ainda no plano ideal, até porque é uma federação nova com apenas 3 anos e as comunidades estão esperando muito da gente, eles querem que a federação resolva todos os problemas da noite para o dia, cobram demais. Agente tenta conscientizar que a coisa não é tão simples assim, tem dificuldades inúmeras, mas agente ta conseguindo. Agente divide a federação por regional, cada diretor é de uma região porque o Estado é muito grande. Tem a região centro-oeste, a central, Paracatu, Jequitinhonha e norte. Cada um cuida da sua área e depois tem um encontro de todos para levarem suas demandas, agente ta querendo montar uma regional em cada… porque é muito trabalho pra uma pessoa só.
    As comunidades que ainda não estão na federação, nos vamos lá explicamos tudo falamos que eles são quilombolas, mas muito tem medo de assumir sua identidade e voltarem a ser escravos, os mais antigos não gostam que meche na historia. Agente fica dias na comunidade mostrando que isso não existe mais, que a escravidão acabou, a lei mudou, agora tem proteção e tudo, agente só quer garantir pra vocês que tenham acesso a terra pra vocês plantarem, ter uma vida mais digna, ai que agente vai convencendo eles, mas é difícil. Tem vezes que agente precisa ir lá mais de uma vez, tem gente muito humilde que você chega lá e nem acredita no que ta vendo, eles ficam feliz da gente ta lá, mas ficam com medo de trazer problemas pra eles, aos poucos agente vai conseguindo. Ai agente deixa uma liderança na comunidade e vai fazendo reuniões pra conscientizar o pessoal lá, os mais velhos autorizarem, a comunidade entrar na federação. O mais importante é conscientizar os mais velhos que os mais novos tem respeito por eles.
    O nosso contato com a federação nacional, ficou melhor depois que eu entrei nela porque agente ficou mais perto, porque antes era muito difícil. Agora agente conseguiu um computador com internet, telefone, o dialogo ta bem amplo, mesmo com as outras comunidades.

  15. Ao Excelentíssimo presidente Lula, saudações de muita paz e harmonia no seu governo. Este blog O Negro no Brasil Atual (1980), que tem uma participação de grande maioria dos seus eleitores. Vamos lembrar que a mãe preta que amamentava os filhos dos senhores de escravos, e seus próprios ficavam subnutridos, há de se lembrar que isso é um exemplo de dignidade, humildade e de extrema virtude e de doação do seu próprio leite que representa uma aliança de sangue. Posto isso sugerimos que o seu governo não destrua a imagem da mulher negra, chama o seu ministro da igualdade racial, ministro Edson Santos (SEPIR), para uma reconciliação e entendimento com a CONAQ em vez de uma nota de repúdio seja um exemplo de zumbi, “conviver em harmonia com todos os segmentos da sociedade de amor a vida e vivificá-la”. A demissão de Givânia teve a uma nota de protesto e solidariedade dos quilombolas pela sua representação de confederação, com muita humildade. Esse blog solicita essa gestão administrativa no seu governo, pela vossa experiência de sindicalistas (que é o entendimento). Paz e harmonia.
    Waldimiro de Souza
    http://onegronobrasil1980.blogspot.com
    Nota de Repúdio pela exoneração da companheira Givânia Maria Silva, Subsecretária da SUBCOM/SEPPIR.
    Leiam e repassem.
    Ats,
    Ronaldo dos Santos
    Coord. Execut. CONAQ

    Rio de Janeiro, 04 de abril de 2008.
    NOTA DE REPÚDIO

    A CONAQ – Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas vem através desta, externar sua indignação e seu repúdio contra a atitude desrespeitosa do Sr. Ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, que anunciou nesta quarta-feira (03/04) a exoneração da Sra. Givânia Maria Silva, Subsecretária da Subsecretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SUBCOM/SEPPIR ), desconsiderando todo diálogo feito com essa Coordenação em audiência realizada no dia 04 de março do corrente ano.
    É fundamental apresentarmos um resgate histórico sobre a presença da Sra. Givânia Maria da Silva à frente da SUBCOM/SEPPIR. Givânia representava nessa pasta o espaço institucionalizado de diálogo do movimento quilombola, representado pela CONAQ e pelas várias Coordenações, Associações e Federações Estaduais de Quilombos existentes nas diversas regiões do país.
    Para muito além de representar um cargo, a vinda de Givânia Silva a esse posto se deu a partir de um objetivo mais amplo que foi o de fortalecer e consolidar as políticas públicas voltadas às comunidades quilombolas a partir das demandas e do diálogo estreito com os próprios sujeitos dessa política, ou seja, com as comunidades quilombolas. Ressaltamos, ainda, que essa construção dialogou com a importância dada a essa política como pilar central desta Secretaria Especial.
    A decisão tomada pelo Sr. Ministro, nessa quarta-feira não respeitou também o calendário eleitoral. Como é de conhecimento público, a companheira Givânia é vereadora de segundo mandato, pelo Partido dos Trabalhadores, do município de Salgueiro – PE. Uma vez tomada a decisão coletiva do movimento de que a vinda de Givânia à Seppir era estratégica para a política de quilombos, esta licenciou-se do cargo que ocupava em seu município.
    Nos diálogos estabelecidos com o gabinete do Sr. Ministro, foi apontada a necessidade de que, caso viessem a ocorrer mudanças, as mesmas deveriam ser feitas antes do período de prévias dos partidos, para possibilitar a continuidade dos projetos eleitorais das comunidades quilombolas, que têm no mandato de Givânia uma forte representação das suas causas. De modo irresponsável, a exoneração da companheira deu-se posteriormente ao período de prévias dos partidos, contrariando os acordos estabelecidos e impossibilitando a continuidade do projeto de ocupar cargos eletivos em seu município para o próximo período, estratégia tão fundamental às comunidades quilombolas.
    Enquanto sujeitos políticos que somos, entendemos perfeitamente como se dão essas costuras políticas, e a necessidade que um gestor tem de efetuar substituições nos quadros que compõem sua equipe. Isso, contudo, não foge à necessidade de estabelecer um diálogo de construção respeitoso e ético com os sujeitos dessa política, no desenrolar de fatores estratégicos como esse.
    Repudiamos então, a atitude do Sr. Ministro que coloca em cheque a relação de confiança estabelecida com nosso movimento, uma vez que sua posição foi de que a companheira Givânia Silva não seria alvo de perseguições políticas e que sua continuidade ou não no cargo seria conseqüência dos resultados concretos de seu trabalho. Um mês depois dos compromissos assumidos, a situação se reverte e é resolvida com uma simples conversa inesperada, sem sequer um contato prévio com o movimento, no sentido de informar e justificar o que haveria de acontecer, mesmo que fosse irreversível. O ponto central desse desenrolar é que a preocupação com a condução e fortalecimento das políticas de quilombos pareceu ser a última presente na decisão tomada pelo Sr. Ministro.
    Apresentamos nosso grande temor de que essa situação delicada interfira efetivamente nos resultados da política do Governo Federal voltada às comunidades quilombolas, no âmbito do Programa Brasil Quilombola, considerando que:
    O diálogo entre SEPPIR e CONAQ inicia-se com um marco de relação que não preza pelo respeito às partes, nem tão pouco pela construção de diálogo conjunto que vise à construção e efetivação das políticas públicas para as comunidades quilombolas;
    Há um risco real de que a interlocução entre este Governo e as comunidades quilombolas se dê por meio de organizações não governamentais do movimento negro urbano e representantes quilombolas ligadas à esses grupos, em detrimento da consolidação do movimento quilombola, situação esta vivenciada ao longo da história da SUBCOM/SEPPIR até o 1º semestre de 2007. Denunciamos ainda que essa postura não respeita as legislações que sustentam essa política, tais como a Convenção 169 da OIT.
    Os investimentos da Agenda Social e do Programa Brasil Quilombola (PBQ) correm o risco de serem canalizados para esses mesmos grupos citados acima, com o claro objetivo já conhecido de fortalecê-los política e institucionalmente, não atendendo os objetos da política que é o real desenvolvimento sustentável das comunidades quilombolas e de seu movimento na defesa dos seus direitos.
    Finalizando esse documento-denúncia, queremos tornar público o risco que corremos de descaso na condução da política para as comunidades quilombolas, sobretudo no que se refere à implementação efetiva do disposto no artigo 68 da Constituição Federal, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, bem como o disposto no Decreto 4887/2003, em relação à efetivação do nosso direito irrevogável à terra.
    Diante da difícil conjuntura politica que atravessamos, onde a inoperância do INCRA se perpetua por todo Brasil, o governo propõe uma péssima versão de Instrução Normativa em substituição a de n°. 20 do INCRA, piorando consideravelmente os procedimentos administrativos para a regularização fundiária dos territórios quilombolas; o decreto 4887/07 corre o risco de ter seus efeitos anulados por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) e também da Câmara dos Deputados; e a articulação contrária da Bancada Ruralista, do agronegócio fortalecidas pela fidelidade da grande mídia aos seus projetos políticos, que continua cada vez melhor orquestrada, sustentados pelos projetos de infra-estrutura do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal), nossa situação torna-se ainda mais delicada.
    Queremos dizer com tudo isso que apesar da total insatisfação, a CONAQ, enquanto entidade de representação do movimento quilombola nacional, mantém o diálogo com esse governo, e mais do que isso, não abre mão dessa interlocução, ressaltando que não admitiremos ver mais uma vez nossas comunidades sofrendo um processo de massacre social e político extremo por todo o país, enquanto nossa política e os recursos públicos nelas aplicados servem apenas para financiar “interesses” de grupos políticos cuja prática não traduz nenhum compromisso com a política quilombola.
    Atenciosamente,
    ____________________________________
    Ronaldo dos Santos
    Coordenador Executivo da CONAQ
    Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas – CONAQ
    jhonnyquilombola@gmail.com
    rscampinho@yahoo.com.br

  16. Artur Higino disse:

    Caro Waldimiro. Gostei da sua página, principalmente sobre a temática
    abordada. Nós precisamos ocupar mais espaços em todos os meios de
    comunicação. É um direito nosso. Eu penso igual a você. Precisamos
    divulgar nossa cultura e além do mais, conquistar aquilo que muito nos
    foi negado.

    Na verdade o que nós queremos é uma sociedade brasileira mais justa,
    mais vigorosa onde todas as etnias consigam viver em harmonia.

    A propósito waldimiro, deixo-lhe o endereço de minhas páginas para que
    você vizite-as e comente-as.

    http://www.luizvarella.blogspot.com/

    http://www.capoeiraroo.blogspot.com

    Prof. Luiz Carlos
    Rondonópolis
    Mato Grosso

  17. Izabel disse:

    Seminário

    “Milton Santos” – Vida e Obra

    Data: 04/05/2010 –

    Horário: 14h30

    Local: Plenário 10 – Anexo II

    CÂMARA DOS DEPUTADOS – DF
    http://www.camara.gov.br/internet/ordemdodia/ordemDetalheReuniaoCom.asp?codReuniao=23659

  18. Wellington Oliveira disse:

    Milton Santos é homenageado em colóquio na UFBA

    Evento marca a passagem dos 10 anos da morte do intelectual

    “Cultura Local, Mercado Global”. Este é o tema da terceira edição do colóquio na Universidade Federal da Bahia (UFBA) que lembra o pensamento e registra os 10 anos da morte do único intelectual brasileiro ganhador do “Nobel” da Geografia, o baiano Milton Santos (1926-2001). Várias outras atividades, no Brasil e mesmo no exterior, devem ocorrer a partir de junho, mês de sua morte.

    Milton Santos escreveu mais de 40 livros, foi professor da UFBA, da USP e de várias universidades na Europa, América Latina, Estados Unidos, Canadá, na África e mesmo no Japão. O Prêmio Vautrin Lud, considerado o “Nobel” da área, foi-lhe agraciado na França, como distinção feita ao primeiro intelectual do hemisfério sul e do mundo não-anglo-saxão, em 1991.

    O ato solene que instalará o colóquio – aberto ao público – acontece no Salão Nobre da Reitoria, a partir das 18h30, do próximo seis de junho, com apresentação do Madrigal da UFBA. Autoridades diversas dos campos da cultura, da universidade, dos governos e da sociedade civil estão sendo convidadas a prestigiar o evento. Servidores técnico-administrativos, estudantes e professores estão sendo mobilizados.

    Com apoio do Instituto Anísio Teixeira/Secretaria de Educação do Estado, as mesas-redondas na manhã do dia sete de junho serão transmitidas para todas as regiões da Bahia por videoconferência. O objetivo é envolver professores das redes públicas estadual e municipal com a discussão sobre as contribuições do geógrafo Milton Santos para as ciências e o conhecimento. Haverá ainda GTs (Grupos de Trabalho) na tarde do mesmo dia sete, dessa vez nas instalações da Faculdade de Comunicação da UFBA, em Ondina.

    Att.
    Wellington Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Tel.: +55 71 3320-0438 | 8844-3422


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