Camada de ozônio e qualidade de vida

A pesquisa “Indicadores de Desenvolvimento Sustentável”, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela a redução do consumo de substâncias destruidoras da camada de ozônio e de compostos químicos como o clorofluorcarbono. De acordo com o estudo, o único elemento que continua a aumentar a concentração é o ozônio. Na alta atmosfera, ele funciona como uma verdadeira barreira aos raios ultravioletas, mas na baixa atmosfera atua como um veneno. A boa notícia é que as partículas inaláveis, o dióxido de enxofre e o monóxido de carbono estão apresentando reduções significativas de concentração no ar. Palavras difíceis para os mortais comuns, mas que dizem muito sobre a qualidade de vida no planeta. Em São Paulo, o número de estações de monitoramento de ozônio cresceu. Em 1992, havia quatro estações. Em 2003, o número subiu para 12. A poluição do ar nas áreas urbanas contribui para o aumento de problemas de saúde em crianças, idosos e portadores de doenças como asma e insuficiência respiratória. Estarmos atentos à qualidade do ar que respiramos é essencial.


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