Em debate realizado pela TV Câmara, a pediatra e deputada Angela Guadagnin, de São Paulo observou que a violência contra a criança muitas vezes é tratada nos consultórios médicos da mesma forma com que a violência contra a mulher. Para ela, os pediatras podem ser aliados no combate aos castigos corporais abusivos, pois têm condições de diferenciar as marcas de violência das de um acidente. Mas, em geral, os pediatras “lavam as mãos”, com medo de sofrer ameaças dos pais. “Se eu falar que meu marido me bateu vou ter que sair de casa, ele vai me abandonar, eu vou ficar sozinha com as crianças. No caso da criança, da palmada infantil ou da surra, é a mesma coisa. Assim como a mulher teme as conseqüências de uma denúncia, a gente sabe que os pediatras acabam achando mais fácil não se meter”, explicou a deputada. Ela chamou a atenção para o sentimento negativo de raiva que a palmada transmite à criança. “A simples ameaça de bater em uma criança faz com que ela repita essa atitude diante dos colegas, em outras situações”, observou Angela Guadagnin.

One Response so far.

  1. Johnetta disse:

    bien, he tenido la oportunidad de leer los comentarios, diirismrnatocios, insultativos, algunos objetivos y otros fuera de lugar. los invito a que hagamos este blog mas creible, donde la creatividad, el conocimiento y la verdad sea respaldada por estudios verdaderos y no por especulaciones producto de las molestias. un comentario adicional: es cierto que en america despues de E.U y Canada, es conocido Mexico, Brazil y Argentina.Saludos a mis hermanos de centro america, que ellos no se pelean con nadie.


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