Tsunami e solidariedade mundial

Mais de 145 mil pessoas morreram na Ásia. Foram as vítimas do terremoto e do maremoto ocorridos no dia 26 de dezembro de 2004. Segundo a Cruz Vermelha Internacional, esse número poderá ultrapassar a casa dos 100 mil. Os trabalhos da Cruz Vermelha se intensificaram. Já é considerada a maior operação de ajuda de sua história. A diplomata brasileira Lys Amayo de Benedek D’Avola e seu filho de dez anos, que moravam em Bank-Koc, capital da Tailândia, morreram na ilha de PhiPhi, onde passavam férias. Cientistas norte-americanos afirmaram que o tremor movimentou placas tectônicas no fundo do oceano Índico em até 30 metros, o que levou a uma oscilação do eixo da Terra e a um encurtamento permanente dos dias em uma fração de segundo. Governos de vários países se mobilizaram para agilizar o reconhecimento das vítimas e ajudar os milhares de feridos. Até cinco milhões de pessoas não têm acesso ao essencial para sobreviver. O grande desafio é lutar contra a fome na região e o contágio de doenças. E assegurar o maior número possível de sobreviventes. No meio dessa colossal tragédia, a principal sobrevivente é a solidariedade. O mundo está unido na dor.


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