Perigos da maconha em estudos médicos

Maconha facilita derrameUsuários de maconha podem ter mais chances de sofrer problemas como derrames. A indicação é de um novo estudo feito na Espanha e publicado no Journal of Neurology, Neurosurgery, and Psychiatry. O aumento no risco de derrame foi verificado em estudos anteriores para jovens usuários de drogas como heroína, cocaína ou anfetaminas, mas a literatura sobre a relação entre acidente vascular cerebral e maconha é muito escassa. Segundo os autores do estudo, do Serviço de Neurologia do Hospital de Galdacano, mudanças de comportamento e o aumento no risco de esquizofrenia, associados com o uso freqüente da maconha, são conhecidos, mas pouco se sabe sobre seus efeitos cardiovasculares. Apesar de o número de casos de acidentes vasculares cerebrais confirmados como associados ao uso da droga ser pequeno – 15 nos Estados Unidos -, os pesquisadores afirmam que os riscos não devem ser menosprezados. “A maconha não é uma droga segura como muitos acreditam. Novos estudos são necessários para esclarecer o papel da Cannabis como um fator de risco de derrames”, dizem os autores do estudo.

4 Responses so far.

  1. beuatifullife disse:

    Até que enfim alguém disposto a colocar verdades sobre essa erva e monstrar que ela não é tão inofensiva quanto pensam seus apreciadores, se é que pensam já que a famosa plantinha acarreta destruição de celulas não renovávéis do nosso cérebro, isso mesmo. Não é à toa que todo consumidor dessa droga tem cara de retardado, e age como tal.

    valews

  2. Tota5 disse:

    Meu caro amigo, logo se ve que o sr. nao eh total conhecedor do assunto sobre a cannabis…

    Visando que a sociedade permite o cigarro e o alcool, a maconha deve ter seu risco no maximo nivelado com essas duas drogas licitas, porem, por nao causar dependencia quimica, e o seu uso levar a comportamentos pacificos (ao contrario do alcool), os perigos logo se veem menores.

    De acordo com a revista Super interessante (artigo neste link: http://www.fernandosantiago.com.br/maconh2.htm ) estudos mostraram que nem doses de elefantes aplicadas em ratos de laboratorios foram o suficiente para causar danos cerebrais de qualquer especie…Assim que, informe-se para falar 😉

  3. Pedagogo disse:

    É. Realmente não era a minha intensão entrar neste debate, não sei nem se o tal beautifullife irá ler este comentário… Mas tenho que concordar com Tota5, que tb não sei se vai ler… Entrei por acaso nesta página e vi tão construtivo debate, não pelas palavras do primeiro, claro, como disse o segundo, sem qualquer conhecimento científico… Acredito que o primeiro deve ter uma cara de retardado mesmo sem fumar… Por conseguinte, quero saber mais informações sobre AVC com o uso, jah que não sou tabagista nem alcoolista e pensei estar livre deste mal… Me preocupo com a resina, se em uma “marica”, ou cachimbo fica impregnado, como fica o sistema cardíaco? Esquisofrênico? Não sei se fico! Memória? Até falta, mas é controlável… As responsabilidades de um pai de família me são mais lúcidas do que qualquer alcoolista… Porém, 15 anos fumando com certeza seja de preocupações, mas não por atitudes desconexas da realidade tal qual o primeiro, e sim por busca de conhecimento, ciência, verdade…

  4. tota5 disse:

    Pedagogo, eu li o seu comentario!

    Sei que não sou total erudito e conhecedor da língua portuguesa, porém não sou também nenhum ignorante, e digo, com todo o respeito, que o seu comentário está cifrado em uma língua desconhecida, disfarçado de portugês, pois nao entendi nada 😉

    Pelo que tentei entender, você gostaria de saber sobre o mal que a resina pode provocar no corpo humano, já que ela se impregina em outros materiais.

    Bom, o que posso te dizer com certeza, é que bem, não faz.

    O ponto que eu quis colocar, é que cigarro e alcool, mesmo também não fazendo bem, são drogas licitas e livres para o uso de qualquer adulto, então por que não o mesmo com a cannabis?

    Talvéz por ela ser uma droga psicoativa? Mas e o alcool? Não é esta uma droga que altera o seu estado mental também, quando consumido em demasia?

    Quanto a impregnação, eu penso em um pote de doce de leite no fim, ou gelatina na panela, depois de fervida (o resto que sobra), e de como é dificil de lavar essas coisas, porém, no corpo humano, facilmente retiramos elas das paredes da boca com nossos fluidos.
    Imagino que o mesmo aconteça com a resina…porém, não sou nenhum médico, e nenhum expert nessa área, para mim, cabe apenas a suposição!


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