Plano Nacional da Juventude

Em 2004, a Unesco publicou a quarta edição do Mapa da Violência, que confirmou o aumento das taxas de violência no Brasil envolvendo a população entre 15 e 24 anos. De acordo com o estudo, que analisa 67 países, os índices brasileiros são 100 vezes superiores aos de países como Áustria, França, Japão e Luxemburgo. Infelizmente, vimos nessa publicação que os homicídios foram responsáveis por quase 40% das mortes de jovens no País. Entre a população adulta, os homicídios representam uma proporção bem menor: 3,3%. Uma das soluções que vem sendo apontada pelo Plano Nacional de Juventude para diminuir a criminalidade é o investimento em políticas culturais. A falta de oportunidades nas periferias das grandes cidades faz com que os jovens sejam presas fáceis do narcotráfico. E, por conseqüência, muitos jovens terminam entrando em gangues para afirmar sua identidade em meio à sociedade que os marginaliza, não hesitam em depredar o patrimônio público sem saber que estão prejudicando a si mesmos com essa atitude. Ainda ouviremos falar muito desse ambicioso Plano Nacional da Juventude. Pois é um plano que não apenas detecta as raízes do problemas mas que oferece soluções.


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