Overdose de publicidade marca nosso tempo

PUBLICIDADE EM EXCESSOA informação está em toda parte. São cartazes e outdoors, os flanelinhas que nos entregam panfletos coloridos, os programas nas rádios, os jornais da empresa em que trabalhamos e também os jornais veiculados na cidade. Ao ligarmos o computador, se dispomos de um, logo encontramos uma boa quantidade de mensagens eletrônicas – e-mails –, muitas de pessoas ou empresas que desconhecemos e que oferecem desde métodos para ganhar mais dinheiro até números sorteados na loteria. Sem dúvida, poucos períodos da história foram tão marcados pela difusão da informação como nessa época em que vivemos. Há bastante tempo, as pessoas que desempenham elevadas funções públicas dispõem de um serviço que filtra tudo o que sai nos jornais e telejornais sobre tal assunto ou tal instituição, ou ainda sobre essa ou aquela autoridade. Mas já paramos para pensar se nós, pessoas comuns estarão prontas pra receber tamanha carga de informações? Sabemos como separar o que é útil do que não é? Como filtrar tantos sons, imagens, textos? Certamente precisamos organizar melhor nosso tempo, selecionar melhor o que devemos ler, a que assistir e, principalmente, arranjar algum tempo para refletir sobre o que foi lido, a que assistimos. É essa situação que caracteriza nossa época, a tal da “pós-modernidade”. Pensemos nisso.


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