Pois bem, o que temos feito com nossos momentos?

Quando começamos a refletir sobre a felicidade, já não a sentimos, ela nos escapou. Podemos dizer que a felicidade é um estado de intensa alegria que experimentamos em alguns momentos. E, enquanto dura, absorve de tal modo a pessoa em si mesma que esta não se predispõe a refletir ou questionar os motivos para o que está sentindo. Ao contrário, aqueles que sofrem ou sentem dor, em sua grande maioria, irão em busca das raízes de sua dor. Seja em importantes situações de vida ou momentos fortuitos, o sentimento de felicidade chega, podendo gerar um “estado de plenitude”. Assim, se já não temos a felicidade como uma condição perene de existência, mas como experiência numa situação, por outro lado podemos sempre recriá-la, reinventá-la nas várias formas em que expressamos a vida. Na dinâmica da vida nos parece que esta reinvenção se conecta a uma experiência originária que dá sentido à existência, transcende o imediato e é reconhecida pelo sujeito como sendo obra sua. Você se lembra daquela música popular que dizia não existir felicidade e sim momentos felizes? Pois bem, o que temos feito com nossos momentos?


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