Outro dia falamos sobre a revolução decorrente da Internet. Falamos que um estudante, por meio da rede, tem acesso virtual a uma infinidade de bibliotecas e museus de todo o mundo. Fica a pergunta: com essa facilidade as bibliotecas ‘convencionais’ ficarão às moscas? Para a diretora-técnica da Biblioteca Mário de Andrade (a maior biblioteca pública do Brasil, que fica em São Paulo), Marfisia Lancellotti, a web não vai acabar com os bibliotecários, muito menos com as bibliotecas. Ela afirmou que a Internet pode ser, no máximo, um guia, porque a confirmação das fontes está nos livros, com exceção dos sites que têm respaldo científico. O fato é que para se fazer uma pesquisa séria não dá para usar apenas a rede. E enquanto se modernizam, as bibliotecas têm experimentado também um aumento no número de usuários. Na mesma Mário de Andrade, onde apenas 25% do acervo está disponibilizado em arquivo eletrônico, o número de visitantes diários subiu de 600, em 2002, para 1.400, em 2004. Além disso, nos últimos anos foram abertas 22 bibliotecas públicas em São Paulo, todas com computador. Ou seja, para quem busca conhecimento, o céu é o limite.


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