É inegável que tanto a ciência quanto a religião são duas das forças que movem a sociedade humana. A governadora do Rio de Janeiro, Rosinha Mateus, criou recentemente um concurso para professores de religião. O concurso previa a demissão do docente que “perder a fé e tornar-se agnóstico ou ateu”. Agora, anuncia-se que escolas do Rio irão ensinar o ‘criacionismo’, como conceito usado em oposição à Teoria da Evolução, defendida por Charles Darwin. O debate está apenas começando, e promete esquentar. O fato é que não podemos fazer ‘ouvidos de mercador’. Afinal, a sabedoria popular ensina que futebol, política e religião não se discutem. Mas podem ser objeto de nossa reflexão. A verdade religiosa é relativa, não absoluta. A incompreensão dessa afirmação tem levado a atos de intolerância e mesmo de fanatismo. Não podemos esquecer que Galileu Galilei teve que renegar ‘apenas para ficar conforme o pensamento religioso de sua época’ o conceito de que a Terra gira em torno do Sol. Uma coisa é certa: o objetivo de toda religião não é outro que o de criar laços entre as pessoas.


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