Fala-se muito em proteger os direitos das crianças e dos adolescentes. Mas a pergunta chave é: o que cada um de nós podemos fazer para cumprir esse anseio? Bem, como indivíduos – podemos escolher, na hora do voto, candidatos comprometidos com a infância; acompanhar as ações dos governos eleitos; reivindicar investimentos; participar de organizações sociais; contribuir com os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente e com projetos que solucionem os problemas da população infanto-juvenil. Se somos empresários, poderemos investir em projetos sociais; realizar parcerias com os governos; doar para os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente; assegurar aos filhos de nossos funcionários o direito à creche e às funcionárias o direito ao aleitamento materno; facilitar o acesso à educação de seus funcionários; contratar aprendizes; disponibilizar vagas para jovens em seu primeiro emprego; desenvolver campanhas informativas; combater o trabalho infantil. Se formos jornalistas – podemos manter a sociedade informada e mobilizada sobre os principais problemas da infância e da adolescência e suas soluções. E o que as crianças, adolescentes e jovens podem fazer? Muita coisa. Um bom começo é propondo soluções para os seus problemas e participando de iniciativas que facilitem o conhecimento e o cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente…


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