40 milhões de pessoas vivem com Aids

No discurso de abertura da Assembléia Mundial da Saúde, promovida pela Organização Mundial da Saúde, em Genebra, o diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Lee Jong-Wook, disse que 1,2 bilhão de pessoas necessitam de água adequada para o consumo, 40 milhões vivem com a aids, 1,3 bilhão se expõem a uma morte prematura devido ao tabaco e 500.000 mulheres morrem ao ano durante a gravidez ou o parto. Há muito tempo o mundo sofre com a imensa disparidade de bem-estar social existente entre os países desenvolvidos e aqueles em desenvolvimento. Este é um desafio a ser enfrentado não apenas pelos governos, mas também pelas sociedades em geral. Campanhas são produzidas anualmente tratando da questão da água potável, da economia da água e também do seu acesso por populações carentes. Iniciativas para coibir doenças como a AIDS e campanhas conscientizando sobre os males do tabagismo são regularmente empreendidas por diversos governos. Ainda há muito a ser feito. E podemos fazê-lo por meio de nosso serviço como voluntários, com divulgação de campanhas de prevenção de doenças, ações de cidadania, como aquelas que visam educar a população em temas que vão desde o uso de preservativos até a economia no uso da água.

12 Responses so far.

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  2. O Fiasco Humano
    Luiz Domingos de Luna

    Quando as carnes dão uma tremedeira

    O peso do corpo começa a incomodar

    O cansaço, a fadiga, a dor em respirar.

    O mundo fica distante, do olhar, a olheira.

    A alma fica contrariada

    Em pane, as taxas, exaurida.

    A Matéria, o Espírito, uma ferida.

    O corpo na luta continuada.

    O passado, presente bem distante.

    O acordar, um suplício consciente

    O Vigor do outro, um fato ausente

    O fim, realidade, no mapa pensante.

    Tristeza penaliza espírito em agonia

    Sem uma lógica existencial confirmada

    Só se pensa na cinza, no pó e no nada.

    Cultura de uma tradição doentia.

    A dor, do desconhecido interrogado

    A Emoção a flor da pele – Emocionada.

    Mas é o fim, o pó, a cinza é o nada?

    Ou medo feroz no corpo entranhado?

    Qual a lógica desta lógica doutrinada

    Quem criou este medo generalizado

    Se o fim material é um fato consumado

    O espiritual – É a dúvida que foi criada?

    Numa nova dimensão sem idade

    Mas se o fim for um começo a raiar

    Quem teme a matéria esfarelar

    É um apego a si, família, sociedade?

    É a vida cultural assimilada

    É A Seta do fim já chegado

    O Existir humano pulverizado

    A Matéria ao pó, virou nada.

    Constância na história-Constatada

    Medo da vida desmaterializada

    Certeza de um fim determinado

    Ou a dor de um mistério

    Que não foi desvelado

    Uma ida sem volta.

    – Reviravolta?

    Do nada o tudo

    Ou tudo do nada?”

  3. thiago disse:

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  4. Passos

    Luiz Domingos de Luna
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    Passos que passo
    Passos que vem
    Passos do além
    Não sei o que faço

    É como um compasso
    De um tempo passado
    Já foi um chamado
    Na imensidão do espaço

    Ouvi um grito
    Parecia um trovão
    Na escuridão
    Estava aflito

    Pulei noutro astro
    Deixei a pisada
    Ta lá registrada
    Como um mastro

    Luz em ebulição
    Fiquei assustado
    Parece ter entrado
    Noutra dimensão

    Tudo tão diferente
    Um carrossel giratório
    Um som vibratório
    No meu consciente

    Sonho ou realidade
    Não sei precisar
    É um vôo a voar
    Não tem gravidade

    Uma mão me puxou
    Numa frieza gelada
    Não sei mais de nada
    Num novo mundo estou

  5. Última Ceia, 30 Anos. (1978-2008)

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Qual foi à dor do Padre Francisco França, quando no ano de 1978, notificou que havia uma grande fissura na torre Norte da Igreja Matriz de Aurora? Que a cada dia, aumentava. Populares já contavam como certo o desmoronamento, pois os habitantes já não passavam por aquele espaço ameaçado.
    Na oportunidade, pude presenciar acompanhar o sofrimento deste grande homem de fé que durante toda sua vida passava para a sociedade à tenacidade, a luta, a garra, a determinação de permear para todos, à unidade social, a civilidade, a religiosidade e a fé. Sempre com o pensamento iluminista, ante uma visão de futuro que envaide a todos nós até hoje. Pois já naquela época pensava em construir a Concha Acústica de Aurora; como um ponto iniciático para o desenvolvimento da música, da cultura, das artes cênicas, da literatura.
    Era realmente um grande paradoxo! O homem que idealizou a Concha Acústica de Aurora, ver o seu templo religioso periclitante, pois lenta e constante, a fenda teimava em desafiar o otimismo daquele sonhador numa verdadeira provação de fé. Como discípulo, fiz questão de acompanhar os passos do mestre e verificar as suas ações, diante desta situação vexatória.
    Foi quando numa bela noite, fui convidado para junto com o venerável mestre, Padre Francisco França, fazer uma visita ao casal Sebastião Alves Pereira Filho – Dr. Bastim e a sua esposa Terezinha Alves Pinto D. Terezinha. Confesso que fiquei muito surpreso com a naturalidade da conversa, tudo de forma espontânea, de uma racionalidade brilhante, ouvia, atentamente, os dois mestres conversando.
    Foi quando o padre convidou o casal para solucionar o problema da fissura da torre. Fiquei admirado quando prometeram fazer uma reforma completa na igreja, inclusive mudar o teto que já se encontrava bastante estragado, colocar colunas internas para diminuir a força nas torres e construir um belo altar-mor.
    Por fim, fazer uma reforma completa. Ora, para mim o conserto da torre já era o bastante, mas fazer uma reforma completa, aí já era demais. Assim, o casal mobilizara seus familiares realizando o sonho que naquele momento parecia ser o sonho de todos os aurorenses – a construção da maior obra artística de Aurora; a ultima ceia no altar-mor da igreja matriz do Menino Deus, que logo em seguida, foi devidamente esculpida pelo escultor aurorense Francisco José de Oliveira (Franzé de Aurora).
    Passei, a partir daquele momento, a freqüentar todas às noites, contemplando a mudança daquela argamassa disforme em futuras representações de Apóstolos, Jesus Cristo, mesa, adornos; todos os detalhes foram minuciosamente pensados, analisados e polidos.
    Não tinha pressa! Fora tudo majestosamente feito no silêncio da noite e das madrugadas? E eu ficava pensando: como pode tanto zelo! Tanta dedicação! Nenhum fiscal, nenhuma cobrança? Até parece que a obra não tinha prazo para ser entregue. O escultor esculpia de forma serena, lenta, gradual. Observava todos os detalhes. Era como se fosse uma missão, tudo numa tranqüilidade plena. Assim, a obra ficou pronta, linda inclusive! Mas Dr. Bastim queria um altar em mármore. Mármore puro. Era como se ele já tivesse projetado na mente aquela última Ceia, ainda nos seus verdes anos, assim, tudo foi feito da forma mais natural possível.
    E eu me perguntando: como pode tudo se encaixar sem dúvidas, sem vigilância, sem cobranças? Dr. Bastim queria mais, pois, para ele a obra não estava acabada, faltava o órgão. A igreja foi fechada e numa bela manhã o padre pediu para que às nove horas em ponto eu estivesse presente na casa Paroquial, quando às 9:30min dois carros pararam em frente a casa paroquial. E o padre me apresentou os benfeitores daquela comissão formada por Dr. Bastim, sua esposa D. Terezinha Alves Pinto, Dr. Wilames, Dr. Danúbio, bem como os Jornalistas Edilmar Norões, João Inácio Júnior, Neno Cavalcanti e Lúcio Brasileiro.
    Em seguida adentramos a Igreja Matriz. O padre descobriu-o como quem anunciava um sacramento. Estava enfim, realizado o sonho de Dr. Bastim – a Última Ceia, linda! Envernizada? As colunas bem acabadas, o teto novo, o piso da escadaria do altar? Tudo de mármore. Aí eu vi um pano vermelho que cobria algo e numa emoção exagerada descobri: era um órgão, novinho em folha.
    Não me contive diante daquele instrumento fadado a história. Pressionei algumas teclas e o som fluentemente saira. Confesso que nunca havia visto nada igual: Um órgão! Perdi a noção do tempo e do espaço diante das minhas próprias abstrações eclesiásticas. Quando cuidei de mim, estava sozinho na igreja, naquele templo sagrado de Deus, onde a partir de então, a música seria muito mais que uma ponte a nos transportar a seara celestial. Este dia me marcou para sempre, pois tudo era um sonho.
    Não somente o sonho de Dr. Bastim. Não somente o sonho de padre França. Não somente o meu sonho, mas o sonho de todo povo de Aurora, materializado a partir daquele instante eterno?

  6. Por Luiz Domingos de Luna
    Professor da E.E.F.M. Monsenhor Vicente Bezerra rua Cel José Leite S/n Aurora – Ceará CEP: 63.360.000 TEL (88)35433903
    Diálogo: Educação e Arte

    Educar é provocar mudanças, porém se não existir alteração no universo de visão interior, de conhecimentos, de atitudes, de posturas, de leitura social, com certeza não haverá educação de qualidade ao repasse dos educandários públicos e particulares.
    Alterar esta variante na objetiva do aprisionamento do conhecimento deve ser função da escola. Assim se pode afirmar que “a avaliação do aluno é a aferição do nível de conhecimentos oferecido pela própria casa de ensino; pois, uns estão vitoriosos, outros nem tanto e vários simplesmente estão mal”. – Os que estão mal recebem algum estimulo para mudar? Ou recebem apenas cobranças, cobranças e mais cobranças… Por quê tantas cobranças? – Acredito que a escola cumpre bem o seu papel na função de educadora, pois ela só cobra o que ela mesma oferece, não dá para mudar a escola, dá para mudar o aluno, Tem que mudar a postura do aluno, do contrário reprovação nele. – Isto está certo? – Claro, a escola ensina o aluno aprende, se não aprender tem repetência no final do ano e dá certo, isto é uma certidão. -Terminada esta certidão o aluno vai atuar onde? – Vai atuar na sociedade, – Na sociedade? – Com certeza, o aluno passa a ser um produto da sociedade. Se o aluno atuar bem, tiver uma função de relevância social, uma boa posição no mercado de trabalho, sempre terá uma escola para assumir a paternidade, os louros, os brios, a vitória, as raízes educacionais, às vezes tem até uma disputa “Família e Escola” para avaliar quem foi o responsável pela honra, pelo mérito. É só alegria, alegria pura. – E se der errado quem foi o culpado? – O Aluno, o aluno fez sua própria desgraça. – Mas a escola ofereceu a este aluno a possibilidade de mudança? – Com certeza, a escola fez o de sempre, deu oportunidade para absorver o conhecimento, aprender a fazer leitura educacional e social, orientação sobre: as mais variadas ciências, pinturas, músicas, artes cênicas, esportes. Enfim, fez tudo: dialogou inúmeras vezes exausta com este aluno, com a família, com a comunidade… Dedicou-lhe todo o tempo possível para que a mudança acontecesse. – Mas… – Mas o quê? – Mas infelizmente não aconteceu. – Como não aconteceu? Aconteceu com a mesma tenacidade, a mesma garra, a mesma determinação o que mudou foi apenas o sentido da seta”. – Que seta? – (a seta do dar certo, ou dar errado?) -Entendi, o problema não está em fazer a educação, mas em como fazer a Educação para atender as necessidades da sociedade. – Exatamente.

  7. Valeu grande Domingos pela poética sempre a denunciar o caos humano… Sua técnica é por assim dizer um autêntico toque de alerta. Infelizmente nem todo mundo tem olhos para ver(ler) e, tampouco ouvidos para ouvir(discernir).
    Fraternalmente,
    José Cícero
    Aurora – CE

    Visitem nosso blog:

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    http://www.blogdaaurorajc.blogspot.com.br

  9. sandra disse:

    todos que acreditam em Deus e respeita a dor de seu irmão aqui nesse mundo tão grande e quase sempre tão cruel entende a dor de todos que convive com essa doença triste e que deixa quem a tem tão depressivo , o que posso dizer além de que sinto muita tristeza é q

  10. sandra disse:

    tenham muita fé e dediquem-se a cuidar de seus corações para que não fiquem mais tão tristes a medicina não para em descobrir a cura, vamos orar muito para que isso aconteça breve, que Deus estejam com todos um grande abraço e sejam fortes.

  11. mykeias disse:

    eu conhe;o o prfessor luiz Domingos de Luna um grande amigo… homem muito intelequitual. capacitado mais do que o cuficenente eu sou um admirador dos trabalho de grande homem professor Luiz Domingos de Luna

  12. Thiago disse:

    Se voce tem AIDS,CANCER e outros tipos de mares por favor enviar uma mensagem para t.candido.santos@bol.com.br basta apenas voce dizer do que se trata que conversaremos via email. conte comigo eu irei te ajudar qualquer duvida me ligue (061)9250-1432.


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