A partir da década de 80, a pessoa portadora de deficiência física passou a ser vista de acordo com a capacidade, e não mais sob a ótica da deficiência. Essas pessoas, nossos semelhantes, não constituem apenas uma minoria, mas sim um percentual considerável da população brasileira. Afinal, 16 milhões de pessoas no Brasil (ou seja, 10% da nossa população) são portadoras de alguma deficiência física. Como toda tomada de consciência, ainda há muito a ser feito para facilitar a vida desse grupo vulnerável. Um bom começo é lutarmos por leis mais abrangentes e eficientes. Outra tarefa é trabalhar para que as leis sejam cumpridas, o que nem sempre é algo fácil. Respeitar as vagas destinadas aos deficientes nos estacionamentos públicos e privados, dar-lhes preferência em filas de bancos, rodoviárias, aeroportos e no acesso a elevadores é o mínimo que cada um de nós pode fazer. Mas já é um passo importante nessa questão.


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