A Ilha e os limites da vida humana

A ILHA E OS CLONES HUMANOS 01Assisti ao filme A ILHA. Ótima fotografia, bons desempenhos. Ewan McGregor e Scarlett Johanssen estão na medida. Mas o bom do filme é que traz à tona a questão que não quer calar desde a clonagem da ovelha Dolly. E é uma questão que beira os limites da ética, da bioética. Afinal, não é anseio de todo ser humano alongar sua experiência humana neste mundo? O filme é feliz ao abordar questões que possíveis clones humanos suscitariam: teriam alma, teriam sentimentos, sentiriam dor? E vai fundo. Seria um clone humano nada mais que peças de reposição de órgãos humanos? A história, embora de ficção científica, traz o problema mais perto, pois se passa no ano 2019, a um pulo da gente… Longe de filmes da espécie, este nos faz pensar e repensar sobre a fragilidade humana, sobre o desconhecido, sobre o que nos reserva o futuro. Vale a pena ir ao cinema e voltar com boas minhocas na cabeça e algumas… certezas no coração.


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