No dia 6 de agosto último o mundo se mobilizou para assinalar os 60 anos da bomba de Hiroshima. “Hoje somos todos ‘hibakushas’”, afirmou o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, numa referência ao nome japonês dado aos 266 mil sobreviventes irradiados pelos bombardeios atômicos em Hiroshima (6 de agosto de 1945) e Nagasaki (9 de agosto de 1945). O saldo é desolador: mais de 100 mil pessoas que morreram em conseqüência do lançamento da bomba atômica. Um filósofo afirmou, com clareza, que após a bomba atômica a humanidade jamais poderá dizer que é inocente. No Japão, o trauma continua vivo e um sino deverá soar às 8h15, no horário local, para marcar um minuto de silêncio. Foi neste exato momento que, em 6 de agosto de 1945, a bomba “Little Boy”, ou “Garotinho”, explodiu sobre Hiroshima. Há 60 anos, Hiroshima era uma base militar e um importante porto onde viviam cerca de 350 mil pessoas. Hoje, é uma cidade industrial e moderna com uma população de 1,1 milhão de habitantes. As marcas da catástrofe atômica, no entanto, ainda podem ser vistas em meio a prédios modernos e ruas movimentadas. Em uma rua residencial no centro, é possível ver na calçada uma lápide marcando o local exato onde a bomba explodiu. Não fica muito longe do Parque da Paz onde foram construídos museus e memoriais para as vítimas da bomba atômica. Aos humanos de boa vontade resta meditar sobre as danosas conseqüências que um progresso bélico dissociado de um progresso espiritual, pode engendrar.
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Tom,
Saudável receber seus sinais vitais de vida e saúde intelectual. Acredito que com essa arma você conseguirá contagiar esse ambiente contaminado de diferentes vírus maléficos para a inteligência humana universal. Esses são valores imnpagáveis e inegociáveis. Vivemos tempos de carência de projetos que dignifiquem a condição humana. Não o humano irracional mas o humano demasiadamente humano. O humano que soergue a coragem de se construir relações interpessoais vasadas pelo respeito e admiração de ser humano crítico e encarregado de confeccionar uma sociedade emancipada de todas as formas de desrespeito entre os humanos. Afinal como aprendi com nossos reiterados encontros lispectorianos ” a terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos”.
Um abraço fraterno e carinhoso,
Carlos Michiles
Olá,
É triste dizer,mas o que nossos pais vivem nos falando se concretiza a cada dia:”este mundo está perdido”.Assim como um tsunami vem sobre a terra veio também o ódio,a cobiça e a falta de amor e respeito para com o próximo depois dessas duas guerras,não que antes destas o homem respeitasse o seu próximo ou no caso nação vivessem respeitando nação,pelo contrário as duas grandes guerras só aflorou esses sentimentos maléficos entre os países,levando assim a humanidade á perdição.
Um grande abraço.
Larissa Silva