Carl Gustav Jung, um dos maiores psiquiatras do século XX, visitou nas primeiras décadas do século passado os índios Pueblos, no México. Ele relata um diálogo muito curioso que manteve com o cacique dos Pueblos, chamado Oqiwei Biano. Jung havia perguntado ao cacique indígena o que ele pensava do homem branco. O cacique respondeu: “Acho que o homem branco é louco”. Jung perguntou: “Porque você acha isso?”. O cacique foi direto ao ponto: “Porque vocês nunca estão satisfeitos com nada. Sempre pensam em adquirir coisas. Uma casa na cidade, uma casa no campo, uma casa na praia, um novo automóvel, uma longa viagem e, sempre que conseguem seus objetos de consumo, imediatamente traçam novas metas a serem alcançadas. A verdade é que, após muitos anos, já velhos, chegam à conclusão de que não conseguiram ter tudo aquilo que desejaram, e descobrem com amargura que já não dispõem de tanto tempo para adquirirem novos bens. Vocês brancos deveriam entender que nunca poderão ter tudo o que desejam, sempre haverá de faltar uma ou mais coisas!”. Essa é uma lição dada por um chefe indígena a um dos maiores pensadores que a humanidade produziu. E há muita verdade nessa mensagem aparentemente simples.

7 Responses so far.

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  2. SAM disse:

    Só uma nota meu amigo. Jung era psiquiatra. E o texto: bem, se o homem branco deixar de querer mais coisas ele acaba se estagnando (pelo menos este é o seu raciocínio). O que ele deveria fazer era dar um sentido a cada uma das coisas que vai conseguindo, para ir completando cada vez mais o seu sentido último. Abraço.

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