Lutar pelo quê? Por ascensão profissional? Por maior representação política? Se questões como essas fazem parte da rotina diária das mulheres brasileiras, para milhões de mulheres espalhadas pelo mundo o simples ato de expressar a própria opinião é algo inimaginável. Vítimas da violência dentro de seus lares ou mutiladas em nome de costumes milenares, mulheres de países como Arábia Saudita e Paquistão ainda têm que vencer muitos desafios. As proibições a que estão submetidas, desde a infância, inclui coisas absurdas como não poder rir ou falar alto. De acordo com dados da Fundação Carlos Chagas, no período de 1981 a 1998, o crescimento das mulheres economicamente ativas no Brasil foi de 111%, enquanto que o dos homens foi de 40%. Hoje, a parcela feminina representa 41% da população economicamente ativa no país, com 30 milhões de mulheres no mercado de trabalho. No setor educacional, a ascensão da mulher revela-se na presença de 57% entre os estudantes do 2º grau e de ensino superior. Precisamos avançar agora em vários outros setores.
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