O Brasil, segundo censo do IBGE de 2002, tem a maior população negra fora da África. O maior contingente encontra-se na Nigéria. Mas quando observamos a sociedade brasileira, não encontramos sinais de igualdade racial. O percentual de negros nas universidades do país, em cargos públicos ou na carreira jurídica, por exemplo, é bastante reduzido. É inegável que medidas têm sido tomadas para diminuir tal distorção. Ainda podemos ouvir os lamentos dos negros seqüestrados da África no tempo do Brasil Colonial. E também o eco da indignação de Castro Alves em seu “Navio Negreiro”. Temos uma dívida moral e social com todos os negros. O que somos hoje como nação que detém a 16ª. Economia do mundo traz a marca de seres humanos escravizados, submetidos aos maus-tratos dos chicotes, dos pelourinhos. Ótimo que existam cotas para descendentes de africanos nas universidades, e também cotas para negros em concursos públicos, no serviço diplomático. O Brasil precisa acelerar o pagamento dessa dívida. E, como nação, poder dormir com a consciência tranqüila, em seu berço esplêndido.

One Response so far.

  1. phentermine disse:

    phentermine

    Glenn prospers drooping loners.resurrection persecuting lurked phentermine http://phenterminehclhere.blogspot.com/


ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Observatório da Imprensa
  • Vale

ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Carta Maior
  • Meu Advogado