A ciência tem buscado exaustivamente definir os tipos de raça humana. Após reconhecer que medir o diâmetro de crânios, braços e pés constituía um trabalho muito complicado para a definição de uma raça, antropólogos observaram que por meio de algumas gotas de sangue era possível referenciar as coleções de genes. Mas concluíram que existem quatro grupos sangüíneos em todo e qualquer grupo racial. Depois foram definidos outros sistemas, como o Rhesus, Duffy, Diego, HL-A, dentre outros. Usando-os, os cientistas concluíram que devido à multiplicidade de informações recolhidas, a classificação em grupos homogêneos tornava-se extremamente difícil. Optou-se, então, pelo o método estatístico, segundo os genes que são específicos de cada grupo. Sendo a cor negra característica da raça negra, buscou-se os genes “marcadores” responsáveis pela cor da pele. Os resultados foram decepcionantes: os genes não são específicos a uma ou duas raças, e constatou-se que todas as populações têm mais ou menos os mesmos genes. François Jacob, prêmio Nobel de Biologia afirmou que “o conceito de raça é, para nossa espécie, não operacional.” Feitas estas considerações, há que se perguntar por que existem atos racistas.

One Response so far.

  1. Claudeci Santana disse:

    está provado geneticamente que só existe grandes diferenças externas entre todos os indivíduos da espécie humana, como então pode haver racismo?


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