O Japão da Era Meijí e a educação do povo

Japao da Era MeijiEm 1872, o Japão, durante a era Meiji, aprovou uma lei educacional que visava a promoção de ensino de qualidade para todos os cidadãos, sem discriminação de gênero, raça ou condição social, para que todos pudessem conquistar igualmente a felicidade e a prosperidade. Com o lema “aprender é a chave do sucesso na vida”, a lei ainda ambicionava que “dali em diante, em todo o país, em nenhuma vila haverá uma única casa sem educação, em nenhuma casa uma só pessoa ignorante”. Meio século antes, em 1852, publicava-se um ato que impunha a pais e mestres a responsabilidade pela alfabetização e educação básica de seus filhos e empregados. Eles eram inspecionados por funcionários do governo, que comprovavam se as crianças e os empregados tinham competência na leitura e na escrita. Por volta de 1910, o Japão já estava completamente alfabetizado. Esse exemplo do Japão mostra que educação é algo que se constrói a longo prazo. E que o êxito depende da perseverança, da determinação. Que o Brasil possa seguir tal exemplo. As futuras gerações serão gratas.

One Response so far.

  1. Dad disse:

    Isto pode ser tudo verdade mas a maneira de pensar dos Japão assusta-me! Acima de todos os valores o TRABALHO; acima de tudo a EDUCAÇÃO! Suicidios em alta escala se não conseguem atingir os objectivos que se impuseram atingir! Onde é que fica o conceito de família? Lembro-me de um Seminário aqui (Gestão de Pessoal) onde se falava do orgulho dos trabalhadores japoneses que iniciavam o dia a cantar o Hino da Empresa, que não tinham férias ou que se já tinham direito abdicavam delas sem qualquer hesitação em favor da Empresa, se isso fosse necessário…
    Isto foi há uns 10 anos, será que mudou ou… refinou?
    Tomara que tenha mudado porque se continuar assim, aquela gente não pode ser feliz! Ficam robotizados…
    São organizados, produzem muito e bem mas aí, meu amigo eu prefiro a bagunça dos portugueses e dos brasileiros, porque ainda somos muito “gente” e estamos aptos a poder melhor se quisermos, não nos transformando em máquinas.


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