Sobre exploração e abuso sexual

A exploração e o abuso sexual constituem práticas criminosas que merecem todo o combate, mas não são a única forma em que a negação dos direitos da infância e da juventude manifesta-se. Segundo estudo realizado pelo IBGE, dois a cada dez brasileiros trabalham antes de completarem dez anos de idade. E, assim, preocupada com esta situação, a deputada Terezinha Fernandes (PT-MA) pediu ao presidente Severino Cavalcanti que coloque em votação propostas de mudança no Código Penal, definidas em comissão parlamentar mista de inquérito sobre o tema. Ela destacou que o trabalho infantil destrói o futuro das crianças. Muitos outros parlamentares escolheram a defesa dos direitos da criança e do adolescente como sua principal bandeira de luta. E, no Brasil, basta folhearmos rapidamente as páginas dos jornais, encontramos ações sistemáticas que podam esses direitos. Ficamos sabendo de crianças que são obrigadas pelos pais a realizar trabalhos domésticos, muitas vezes, pesados e também de crianças que são usadas como chanmarizes da compaixão pública, ou seja, aquelas crianças que orientadas, no cas, mal-orientadas, pelos seus pais, passam horas se arriscando no trânsito, suplicando uns rocados dos apressados motoristas. Uma coisa é certa, lugar de criança é na escola. Combater qualquer abuso contra as crianças é dever e direito de cada um de nós.


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