Vivendo nas ruas. A céu aberto

Vivendo ao relentoA pobreza, o desemprego e o excesso populacional só poderiam resultar no que vemos principalmente nas médias e grandes cidades dos países subdesenvolvidos: muitas pessoas vivendo nas ruas. E o que é pior, grande parte é de meninos e meninas, que vivem vagando sem teto e sem nada, constituindo-se um dos maiores problemas social dos países pobres. Conforme cálculos da UNICEF, em 1990 havia 100 milhões de crianças de rua no mundo, sendo 40 milhões na América Latina, de 25 a 30 milhões na Ásia e mais 10 milhões na África. A Unicef concluiu também que a cultura das drogas está muito ligada às crianças de rua, que as utilizam como fuga da pobreza, doença, dor e fome. No Brasil, o percentual das crianças de rua que mendigam para conseguir dinheiro e comprar e consumir drogas são altíssimos, chegando a 70% dos menores dos Centros de Detenção de Menores de S.Paulo, por exemplo. Em decorrência do uso de drogas, as crianças sofrem violência física, sexual e social. Como vimos o problema das crianças de rua é gravíssimo, e merece atenção especial da sociedade e das autoridades.

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