A alternativa é crescer ou… crescer

Crescer ou crescerA organização não-governamental Social Watch tem avaliado regularmente o desempenho de 163 países na área social e no combate às desigualdades. O Brasil ficou em 49o. lugar. É preocupante ver que o país apresenta valores abaixo da média em três quesitos: gasto público, “empoderamento” das mulheres, que é o grau de participação das mulheres nas esferas de poder e também quanto à disseminação da informação, ciência e tecnologia. Estar no 49o. lugar neste ranking coloca o Brasil com um nível muito abaixo no que diz respeito ao grau de desenvolvimento social alcançado, nivelando o país ao mesmo patamar alcançado por nações como Zimbábue, Namíbia, Congo, Sudão, República Dominicana, Colômbia, Equador, Peru, Azerbaijão e Síria, entre outras nações. A conclusão principal é que pouco se avançou nos últimos dez anos, desde a promessa que o então presidente Fernando Henrique Cardoso fez, em 1995, numa conferência social da ONU, de “fazer face, de forma sistemática, aos problemas sociais do país”. No governo Luiz Inácio Lula da Silva o panorama não mudou. O ranking mostra que o país com maior retrocesso nos indicadores sociais foi Guiné Equatorial. O que obteve maior avanço foi El Salvador. Da América Latina, apenas o Chile está no topo da classificação. Cresce, portanto, o desafio brasileiro para estabelecer políticas eficazes de inclusão social. E as alternativas ficam em duas: crescer ou crescer. O resto já é uma outra história…


ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Observatório da Imprensa
  • Vale

ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Carta Maior
  • Meu Advogado