Não passamos um dia sem sermos informados do crescimento da violência urbana. E não é só no Rio de Janeiro com as balar perdidas que terminam sempre sendo encontradas nos corpos de cidadãos indefesos que ousaram, isso mesmo, ousaram, tomar leia mais.
Posts de novembro, 2005
De novo, a velha questão do desemprego. É este o pesadelo de milhões de brasileiros. Afinal, sem emprego, o futuro foge das nossas mãos. E com ele, os sonhos de uma boa alimentação, a certeza de um tratamento médico em leia mais.
Todos os anos, aproximadamente 40 mil crianças e adolescentes desaparecem no Brasil. Isto equivale à população de uma cidade de médio porte. Infelizmente, estimativas da Subsecretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) demonstram que entre 10% e 15% leia mais.
Convidado pela Universidade EuroAmericana de Brasília, a Unieuro, estive ontem (9/11/2005) dando uma palestra sobre o tema “Direitos Humanos no cotidiano”. Era o início da III Semana de Relações Internacionais. Optei por fazer um breve retrospecto sobre a evolução dos leia mais.
E assim Paris, a Cidade Luz, vem sendo incendiada pelos fogos da intolerância e da barbárie. Há quase duas semanas, mais de 5.000 veículos foram queimados não apenas em Paris mas também em outras cidades francesas. E pelo menos 1.200 leia mais.
Em tempos difíceis como o que vivemos é sempre bom poder premiar quem realiza um bom trabalho profissional. Pois bem, nesta semana, tive a alegria de voltar a presidir o Corpo de Jurados do IX Prêmio Cidadania Mundial 2005. O leia mais.
Os assuntos parecem sempre os mesmos. Quando mudam, não mudam na essência. Um exemplo? Os furacões. O Katrina deixou milhares de desabrigados e mostrou quão grande foi a desorganização no socorro às vítimas. Depois vieram o Rita e o Wilma, leia mais.
A cidade que sempre parece ser mais tranqüila que as outras, mesmo com tantos tornados políticos a torto e a direito, ficou ainda mais calma com o ilustre visitante, presidente da maior potência econômica-militar do mundo. Um encontro de desiguais. leia mais.
Li a recente entrevista do cantor Raimundo Fagner à revista Veja. Confesso que fiquei meio desconfortável. Senti saudades do Fagner cantando Mucuripe e Canção Brasileira. E pensei também no seu (belo) plágio do poema Marcha, de Cecília Meireles. O poema leia mais.
Há poucos dias escrevi neste blog sobre a questão do alfabetismo funcional no Brasil. Pois bem, o índice de alfabetismo funcional no Brasil não se altera em 4 anos. Apenas 26% dos brasileiros têm a capacidade de ler textos relativamente leia mais.
Quando muito pequeno iniciei uma coleção de moedas. Cheguei a ter pouco mais de 70. Algumas foram de países nórdicos, como as coroas dinamarquesa, sueca e romena. Outras menos conhecidas, como o shekel israelense e a rúpia indiana. Ficavam lado leia mais.
O UNICEF, o Unaids, organizações não-governamentais, organismos bilaterais e celebridades lançaram na última semana de outubro, em Nova Iorque, a campanha mundial “Unidos com as crianças e os adolescentes. Unidos vamos vencer a Aids!” para chamar a atenção da comunidade leia mais.
Em um mundo cada vez mais competitivo, quando o capital intelectual passa a ser moeda corrente para o desenvolvimento de um país, temos que ficar preocupados após a leitura de recente documento emitido pelo Banco Mundial. O documento afirma que leia mais.
Minha filha Lara, de 7 anos, tem seu perfil no Orkut. É a Princesa Lara. Seus contatos são em geral os irmãos, tios e tias, primos e primas e também colegas da escola. Já conta com pouco mais de 50 leia mais.



