Viol ncia urbana cresceNão passamos um dia sem sermos informados do crescimento da violência urbana. E não é só no Rio de Janeiro com as balar perdidas que terminam sempre sendo encontradas nos corpos de cidadãos indefesos que ousaram, isso mesmo, ousaram, tomar um ônibus para ir de casa para o trabalho. E não apenas a violência quase crônica que ocorre em unidades da Febem, onde ficam despejados os jovens infratores. A violência urbana cresce em um ambiente de desemprego e de subemprego. Cresce quando as políticas públicas deixam de dar resultados palpáveis. Pois bem, Drauzio em artigo publicado na revista Carta Capital, afirma que para enfrentar a violência urbana é necessário primeiro entender suas causas. É o velho dilema se tratar a doença e esquecer de tratar o doente. O médico Drauzio Varella faz paralelo entre os males do corpo físico e os da sociedade, como a violência, receitando atenção às duas mazelas. Para ele “entender a violência urbana como enfermidade de caráter epidêmico capaz de causar morbidade grave e mortalidade alta – especialmente entre os homens na faixa dos 15 aos 25 anos – tem importância decisiva na criação de políticas públicas.” Uma coisa é certa: a luta contra a violência no Brasil exigirá intervenções em áreas que vão do planejamento familiar ao desenvolvimento econômico e à distribuição de renda. Talvez seja esse um bom começo para a solução desse grave problema.

4 Responses so far.

  1. Olha, saí do Rio, com medo das balas perdidas!
    Aportei num Estado, em que as balas, parecem mísseis, controladas, destino certo!
    E por motivos banais, como: Olhar p a namorada, esbarrar, não dá um cigarro, não pagar uma bebida, futebol, por uma bicicleta velha, por um par de tênis, uma mochila, celular, relógio de camelô…
    E há também as encomendas de morte!!!
    Entender a violência, é preciso, viver perto dela. Conhecer suas causas, e apartir daí, sentindo na pele, procurar ajudar, no seu bairro, na sua cidade e etc.
    Um abraço.

  2. - K a H disse:

    bah adorei muito esse texto..me ajudou em um trabalho da escola..
    concordo..

    a violencia tomou proporçoes inacreditaveis ¬¬
    um abraço

  3. alvaro disse:

    so e vim morrar noíaui q eh tranquilo sai dai doido

  4. Aline disse:

    eu achei o trabalho muito bom!!!!!!!!


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