Arma contra o bioterrorismo à vista

Arma contra o bioterrorismoCientistas do Southwestern Medical Center da Universidade do Texas afirmam que uma nova vacina contra ricina pesquisada por eles “é segura e efetiva”. A pesquisa acaba de ser publicada por Proceedings of the National Academy of Sciences dos Estados Unidos e sugere que a vacina não produziu efeitos colaterais significativos.A ricina, extraída do óleo de mamona, é uma das armas que poderia ser usada em um ataque bioterrorista. Agora, os cientistas vão avaliar qual é a dose ideal para a vacina. A ricina provoca danos aos órgãos, podendo levar à morte pela falha combinada do sistema respiratório, renal, imunológico e do fígado. O veneno pode ser administrado em comida e água ou pulverizado. Atualmente não existe antídoto que funcione depois de poucas horas de exposição ao veneno e, como os sintomas aparecem bem depois da contaminação e com freqüência se confundem com os de outras doenças, é difícil saber se uma pessoa foi ou não exposta até que seja tarde demais. O estudo dos cientistas americanos foi feito com 15 pessoas saudáveis, que foram divididas em três grupos. Todos receberam uma série de três injeções de várias doses da vacina, que inclui uma subunidade da toxina modificada geneticamente. Quatro em cinco do grupo que recebeu um dose intermediária produziram anticorpos e um dos cinco no grupo de menor dose produziu anticorpos. Acompanharemos o assunto, afinal o bioterrorismo continua a afugentar o sono de milhões de cidadãos em vários países do mundo.


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