Desbaratando rede de prostituição de mulheres

Rede de Prostituicao desbaratadaA polícia espanhola anunciou nos na última semana a prisão de 42 pessoas acusadas de envolvimento em uma rede de prostituição. Entre elas estão 17 brasileiras e um brasileiro. Segundo a polícia, as mulheres eram contratadas no Brasil e diziam ser vigiadas 24 horas por dia ao desembarcar na Europa. A operação policial durou quase dois anos. O grupo atuava no arquipélago de Canárias e só em um dos bares onde trabalhavam as prostitutas, chamado Kimbanda, a rede teria lucrado 800 mil euros (cerca de R$ 2,4 milhões) entre março e dezembro do ano passado. A organização era formada por dois brasileiros, um indiano, um argentino, sete colombianos e 12 espanhóis. Como vemos, é a globalização da prostituição internacional. Encerrado o século XX, marcado pela grande revolução das mulheres na conquistas de seus direitos, o mundo ainda convive com situações como esta, em que mulheres são tratadas como objeto, quando não como escravas. Não é demais enfatizar que a humanidade é como um pássaro, uma asa é o homem e a outra, a mulher. E um pássaro não pode voar sem o equilíbrio dessas duas asas. Acabar com as redes de prostituição é uma questão de direito.


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