Pobres consumidores…

Pobres consumidoresLigo a televisão e, geralmente, nos telejornais do fim da noite, vejo reportagens sobre violação dos direitos dos consumidores. Alguns reclamam que a máquina fotográfica não funcionava, outros que os móveis desabavam e outros ainda que o novo celular não conseguia efetuar chamadas. Mas, saberemos nós, consumidores, os nossos direitos? Vamos lá. Os consumidores têm o direito de denunciar estabelecimentos comerciais quando se sentir prejudicado por eles na aquisição de bens, produtos ou serviços. Veja agora os casos mais comuns: Preços diferentes nas gôndolas e na caixa registradora dos supermercados; produtos com prazo de validade vencido ou sem a data de vencimento; Mercadorias expostas na vitrine sem o preço; preços diferentes no pagamento à vista, dinheiro, cheque ou cartão de crédito; imposição de limite mínimo para a venda no cartão de crédito; produtos importados com bula, rótulo ou manual sem a tradução para a língua portuguesa; postos de combustíveis sem tabela de preços; financiamentos sem explicitar o número de prestações, valor total à vista, valor total a prazo e valor dos juros cobrados; propaganda enganosa. Sobre propaganda enganosa precisamos ficar vacinados. Um exemplo: aquele anúncio da TV de última geração, ocupando toda a página de um jornal e com preço de 50% do preço verificado na concorrência. Só que em letras miúdas, quase imperceptíveis ao olho humano, uma explicação de que estão disponíveis apenas 2 ou 3 unidades da TV mencionada na propaganda. Denunciar a violação dos direitos é urgente. Uma dica, se você for lesado em uma compra apele ao IDEC – Instituto de Defesa do Consumidor e visite o seu site – http://www.idec.org.br.


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