viol ncia dom sticaNo próximo mês, precisamente nos dias 18, 19 e 20 de setembro, Brasília sediará o II Seminário “Protegendo às Mulheres da Violência Doméstica”. O objetivo é bem claro: capacitar e sensibilizar os operadores do direito para que possam compreender e auxiliar as mulheres vítimas de violência doméstica, através dos recursos legais existentes e vigentes no Brasil, de forma a prestarem um serviço judicial adequado, consciente de suas peculiaridades, e que sirvam como catalisadores para a fundação de uma grande rede nacional de defensores das vítimas de violência doméstica. Parece que estou falando um dialeto chamado jurisdiquês. Mas, traduzindo em miúdos, evento como este é uma importante iniciativa para proibir o avanço da violência doméstica. Uma violência que não apenas deixa marcas – físicas – em suas vítimas, mas também em sua alma, em seus sentimentos mais profundos. Se existe exame de corpo de delito para a mulher vitimizada, não existe ainda um exame de alma de delito para as seqüelas psicológicas que ficarão, para sempre, como tatuagem, na memória tanto da vítima quanto do agressor. Ah, as inscrições para o Seminário podem ser feitas em Brasília, pelo telefone (61) 3364-3594.

11 Responses so far.

  1. victoria castelan disse:

    Como podemos observar ela não tem reação contra um homem, pois ela é mais fraca que ele, e ela sofre um grande preconceirto por esse motivo.

  2. Tamires disse:

    Gostaria que me enviasse um e-mail comentando sobre o projeto das mulheres violentadas…

    Obrigado o aguardo.

  3. Uma amiga disse:

    Têm de denunciar;
    Pois quem cala consente.
    Denuncie.

  4. Uma amiga disse:

    denuncie não seja uma vítima

  5. bando do quatro disse:

    Um homen nao pode bater numa mulher principalmente quando se casam.

    ass:bando dos quatro

  6. bola na mao disse:

    achamos mal a violencia e gostavamos de a combater

  7. celestino adelaide!!! disse:

    es um grande filho da puta seu cabrao filho de um preto vai levar na peida!!!!!
    filho de uma panasca!!

  8. bando dos cinco disse:

    sou vaca de merda a morderes o outro deves ser uma cadela Ass bando dos cincos

  9. joana disse:

    a violesia devia ser ivitada, as milheres , nao meresem ser mal tratadas, as mulheres sao livres e bunitas se um homen n as baterem levarem uma vida normal, TRATEM BEM DAS MIHERES,

  10. Olá:Meu nome é Maria de Fátima Jacinto (Fátima), tenho 49 anos, sou uma ex-vitima de violência doméstica, tenho três filhos, um faleceu em janeiro de 2009 em um acidente automobilístico.Até então eu era massoterapeuta, mas com a morte do Vinicius, fiquei sem condições de fazer massagens, (meu trabalho exige que estejamos com um nível energético muito bom, e não tenho conseguido manter…). A morte nos transforma muito… Assim comecei a entrar na internet, a ver como funcionava até que descobri os blogs, e resolvi fazer um, para contar as coisas que vivi, falar sobre a violência que meus filhos e eu sofremos… Assim surgiu o Uma Mulher, que hoje é um blog voltado para a conscientização de mulheres que como eu sofrem ou sofreram violência, nas mãos de um psicopata…Gostaria muito de ver meu trabalho bem divulgado, bem visto, por mulheres que procuram ajuda e não conseguem ver uma saída… Descobri que a única forma de sair de uma situação dessa é conhecer profundamente o problema, é saber que não somos as únicas, é realmente estudar o assunto… Vou deixar o link do meu blog, para que vocês possam está apreciando, e se possível me ajudando a divulgar meu trabalho.Aproveito para me colocar a inteira disposição, para prestar depoimentos, e o que mais for preciso para que outras mulheres tomem consciência da gravidade desse problema.O meu link http://araretamaumamulher.blogspot.com/
    Maria de Fátima Jacinto

  11. ELIANE disse:

    a violencia domestica afeta nao so o nosso corpo, mas a nossa mente, porque nunca pensamos que em nosso lar seriamos vitimas de tais atrocidades. Achamos que em casa estamos seguras, mas para muitas de nós EM CASA estamos EM PERIGO. Eu fui espancada por pedir ao meu companheiro que fosse embora de minha casa, estava sendo tratada como lixo, traida, virei sua empregada e ainda dividia com ele as depesas da casa. Fui agredida duas vezes na mesma semana, fui surpreendida quando ja estava deitada, indo dormir… Alguém precisa fazer isso parar, por nossas filhas que hoje protegemos, mas que amanhã serao as novas vitimas dos AGRESSORES DO LAR.


ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Observatório da Imprensa
  • Vale

ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Carta Maior
  • Meu Advogado