Meio ambiente responsabilidade de todosVocê ainda se lembra da poluição causada pelos carros em grandes cidades como o Rio de São Paulo? Deve lembrar das campanhas de saúde alertando para os efeitos da poluição motora sobre a saúde humana. Pois bem, no país que mais consome batatas fritas e gasolina vem uma idéia bastante original. Trata-se do chamado “carro vegetariano”, que funciona com litros e litros de óleo vegetal. No momento em que os preços do combustível nos Estados Unidos andam nas alturas, alguns motoristas têm optado por converter seus carros para o sistema de combustão vegetal, uma alternativa mais econômica e que respeita o ambiente. Os novos sistemas, operados apenas em carros com motor a diesel, são fabricados e instalados por várias empresas em todo o país, entre elas a Greasecar e a Plant Drive. Na Greasecar, cerca de 300 equipamentos de conversão são vendidos por mês por aproximada-mente US$ 1.500 cada –incluindo o custo da instalação–, e, segundo um porta-voz da empresa, o negócio cresceu quase 20% desde a mais recente alta de preços da gasolina. O sistema “vegetariano” funciona em todo tipo de clima. E pensar que já temos desde os anos de 1970 toda uma tecnologia do álcool combustível… Devemos ter em conta que o meio-ambiente é responsabilidade de todos e que a sua preservação independe das linhas de fronteiras traçadas pelos países, afinal, “a Terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos”! Visite este site Earth Week 2006 – environment.indiana.edu

4 Responses so far.

  1. Renê Couto disse:

    Hehe, uma idéia original mesmo!
    Gostei do artigo!
    Como sempre, passando boas informações sobre nossa evolução!
    Um carinhoso abraço…

  2. Planeta que chora
    Luiz Domingos de Luna

    Reflito sobre a vida
    sobre o mundo rotativo
    do universo exuberante
    da beleza do ser pensante
    do mundo mágico criativo
    É o solo, é a existência roída
    de um planeta que chora, exaurido.
    De uma fumaça de gás cumprimido
    De um berço que faz sentido.
    De uma paisagem destruida
    que teimo em desfrutar
    a reta um ponto vai ficar
    o fim, o começo a externar
    O espaço a gritar
    O ambiente somente?
    A água ?
    A selva?
    O mar ?
    E nós humanos ?
    O planeta chora
    A inteligência ignora?
    Onde iremos morar?
    sem terra, sem piso, sem ar
    sem fogo, sem água, sem mar?
    por que a poluição ?
    o farelo da destruição
    O lixo cultural ?
    O rio é um esgoto
    O mar está morto
    O ar é aborto
    de quem quer abortar,
    assim, volto ao pó
    não tem reciclagem
    é uma viagem,
    mas viajo só?

  3. Alma de Cupim

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com.

    Adora a existência
    Contempla o natural
    O espaço sideral
    Inteligência da potência

    Muda a paisagem
    Destrói a natureza
    Maltrata a beleza
    Em qualquer passagem

    Dialética humana
    Constrói o artificial
    Dizima o natural
    Da fumaça que emana

    A construção de desertos
    Na alma impregnada
    Não pode sobrar nada
    Em campos abertos

    Qualquer jardim
    Deve ser venerado
    Aplaudido e aclamado
    Querendo o seu fim

    Luta demente
    Não tem beleza
    Não tem natureza
    Não tem jasmim

    Jardim da humanidade
    Todos têm direito
    Qual foi o defeito
    Todos defendiam
    Todos aplaudiam
    Não tem mais jardim
    Não tem mais culpado
    O tempo rolado
    Num mundo sem fim
    Corpo humano
    Alma de cupim

  4. Buscar na web-Luiz Domingos de Luna- Fazer postagem, caso goste.

    Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.

    Passeio Cósmico

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Entre galáxias quentes
    Quasares gigantes
    Tudo tão distante
    É tão diferente

    Não tem gravidade
    É uma queda de gênio
    Não tem oxigênio
    Estranha suavidade

    O terror da matéria
    Viva atrevida
    Não tem vida
    Do humano a miséria

    Não tem cultura
    Luz escuridão
    Alma em aflição
    É somente tortura

    O medo grita
    O silêncio calado
    No mundo gelado
    Sem terra e guarita

    Há anos, ativo.
    Vejo um ponto
    Pare uma foto.
    E ali que vivo

    Um traço obscuro
    Não parece uma bola
    A câmera giratória
    A terra procuro

    Perdido no infinito
    Leva-me de volta
    De tanta viravolta
    Sinto-me perdido

    Que tal existência
    Aonde vai me levar
    Onde queres chegar
    Só vejo a ausência

    Nos confins um grito
    Não sei decifrar
    Mas vou escutar
    E assim repito

    Um barulho estranho
    Parece um cano
    A água derramar
    Cadê gravidade
    A tua humanidade
    Para poder parar

    Vejo-me girando
    Eu mesmo falando
    Onde vamos chegar
    Tudo é mistério
    Grande interrogação
    È poder da matéria
    Ou da criação?


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