Uma reflexão oportuna de Malvina Muszkat…

Malvina MuszkatAbro espaço para a oportuna reflexão de Malvina Muszkat (foto, à esq.), psicóloga do Pró-Mulher, Família e Cidadania. Ela diz mais ou menos assim: “Queremos que as mulheres se fortaleçam, saiam da posição de vitimização. E que os homens expressem suas fragilidades. Em geral, os homens não falam de seus sentimentos. Muitos consideram essa fala como sinal de falta de masculinidade. Trabalhamos com os homens, estimulando que eles reflitam acerca de suas fraquezas e seus impulsos. Queremos que eles se conscientizem de que há outras formas de resolução de conflito. Tentamos mostrar que a violência doméstica também é ruim para eles.” “A violência doméstica contra a mulher prejudica toda a família. Sofrem os filhos, as filhas, os parentes próximos e até mesmo o autor da violência.” E vale também destacar a afirmação da médica Simone Diniz, que é coordenadora do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. Para ela “as pessoas precisam rever muitos valores. Por exemplo, há quem ache que violência contra as mulheres é legítima em certas situações”. Mas, isso precisa ser debatido mais amplamente, porque, toda violência é, por princípio, ilegítima.


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