A História também sabe ser irônica

A Hist ria tamb m sabe ser ir nicaAugusto Pinochet (foto) morreu exatamente no dia consagrado pelas Nações Unidas aos Direitos Universais da Pessoa Humana. Vimos imagens nos telejornais dos dois lados, os que lamentavam sua morte e os que a festejavam. Analistas falaram de mais de 3.000 vítimas, de assassinatos em massa. Comentaristas falaram sobre o desempenho econômico chileno nos anos Pinochet. O ponto é que nenhuma ideologia pode ser considerada mais importante que uma única vida humana. E nem se pode sacrificar uma nação para demonstrar seus valores ou sua falta de valores. Não me aventuro a fazer reflexões de natureza político-partidária. Porque partidarizar é nada menos que dividir, separar, tomar partido de uma ou outra ideologia. Lamento apenas ao ver quantas vidas são desperdiçadas, quanto poder é jogado na lata de lixo da história, quando não compreendemos que fomos feitos para levar avante uma civilização em constante evolução.


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