A casa do Espanto – Big Brother 7

A casa do Espanto   Big Brother 7Dessa vez o Big Brother, aquele programa onde não há fronteira entre público e privado, apelou de vez. Em sua sétima edição podemos acompanhar nos sites noticiosos a ocorrência de agressões verbais das mais pesadas, de garrafas voando em direção a algum brother, quando não se encontram à beira da agressão física pura e simples. É o mundo cão levantando o ibope, a audiência. A casa em que os confinados jogam para ganhar o milhão de reais virou há muito tempo a própria Casa do Espanto. Parece um Aqui e Agora de décadas passadas onde a dor e a miséria humana eram exploradas na televisão como se programa jornalístico fosse. Chamar um participante da casa de Negão ou de Caipira passou a ser algo corriqueiro como alguém dizer bom-dia a outra pessoa. Ninguém atenta para o fato de serem expressões no mínimo pejorativas! O Big Brother é um bom termômetro de a quantas anda a nossa sociedade, que, diga-se não é apenas a brasileira, pois o programa é transmitido em diversos países, idiomas e locações. Saudades do “Sítio do Pica-pau Amarelo”, do “Vila Sésamo” e do também do saudável J. Silvestre apresentando “O Céu é o Limite”. A geração atual não tem nem como comparar um e outro programa pois a programação televisiva optou, decididamente por ser nivelar por baixo. Algo mais baixo que a altura de uma gillete deitada.


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