A humanidade numa encruzilhada

A humanidade numa encruzilhada

Depois da 1a. e da 2a. grandes guerras, depois do Vietnã, da Somália, de Biafra, da Bósnia Erzegovina, isto apenas para citar alguns dos piores conflitos que maracaram o século XX, recém-terminado, a verdade nua e crua é que ainda estamos às voltas com novos conflitos armados. O Afeganistão e o Iraque abrem a lista sangrenta desse século XXI. O mundo continua bem dividido entre poucas nações ricas e desenvolvidas, umas 7 ou 8, de acordo com os humores internacionais e uma centena e meia de países em desenvolvimento, sub-desenvolvidos, pobres e miseráveis. Ainda assim, a paz mundial não é algo que se sustente sob uma base sólida, uma base de relacionamentos duradouros pautados por boas intenções e por práticas governamentais que alcancem o todo. O nosso dilema, a nossa maior questão é que poderemos ter um mundo em paz por dois caminhos, bem distintos, um doi outro. Ou será alcançada alcançada somente depois de horrores inimagináveis, precipitados pelo apego obstinado da humanidade a velhos padrões de comportamento, ou se será atingível agora através de um ato de vontade coletiva. Esta é a grande questão. Pensemos nisso.


ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Observatório da Imprensa
  • Vale

ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Carta Maior
  • Meu Advogado