O terror no telefone. Há como reagir!

Terror no telefoneNo ano passado minha mulher recebeu um telefonema dizendo que eu me encontrava dentro de um porta-malas, amordaçado e com execução previstas para a próxima meia hora. A voz ameaçadora, entre os palavrões e a pressa em exigir uma pequena fortuna de dinheiro em troca de minha vida e a afirmação de que “não estava pra brincadeira, dona!”. Desnecessário dizer que minha mulher entrou em parafuso, teve uma crise nervosa e tomou calmantes. Era tudo um falso seqüestro. Mas até ela chegar a essa conclusão o dano emocional e moral estava feito. Dois dias atrás uma amiga minha passou pelo mesmo drama. Ela sabia os detalhes do que havia ocorrido comigo, havia se solidarizado. Mas, ante telefonema da espécie, titubeou, caiu em prantos, foi a um caixa eletrônico e se tivesse saldo em conta teria feito a transferência financeira exigida pelo delinqüente. Detalhe: sua filha, está morando um ano em Haifa, Israel; e seu outro filho, médico, reside no interior de São Paulo. Ela, a vítima, em Brasília. Moral da história: não atenda telefonemas a cobrar ou ligações não identificadas. Ou ao ouvir as primeiras palavras desligue o telefone na hora. Depois tente falar com seus filhos, esposo, esposa ou outro parente. É o que podemos fazer pois o clima de insegurança parece estar se apoderando de todos nós.


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