A  es efetivas da China para preservar o meio ambiente

A China fechou 3176 fábricas poluidoras em 2006, anunciou nesta segunda-feira o órgão do governo responsável pela proteção ao meio-ambiente. O fechamento é resultado de uma campanha de fiscalização que avaliou 720 mil empresas no ano passado. Os principais alvos da campanha foram os casos de contaminação de recursos hídricos, de projetos que estavam sendo planejados sem estudos de impacto ambiental e a superlotação de parques industriais.O departamento de Proteção ao Meio Ambiente juntamente com outras divisões ministeriais investigou a fundo 28 mil casos de desrespeito a leis ambientais. Além das mais de 3 mil fábricas fechadas, 163 novos projetos foram suspensos por terem efeitos negativos sobre o meio ambiente. A soma dos investimentos destes projetos alcançaria um total de cerca de 96 bilhões de dólares (R$ 195 bilhões), segundo a agência de notícias Xinhua. Entre as iniciativas canceladas estão a construção de usinas siderúrgicas e geradoras termoelétricas. Somente no ano passado foram registrados 161 acidentes de vazamento e contaminação por poluição no país, segundo dados oficiais. Além disso, das 20 cidades mais poluídas do mundo 16 estão na China, de acordo com o Banco Mundial. Uma coisa boa é que o governo tem dado sinais de que está alarmado com a situação. Para pressionar as empresas a adotar uma postura mais verde, o Sepa divulgou em março uma “lista negra” das 6 mil instalações industriais que mais poluem. Bem que outros países, inclusive o Brasil, poderiam seguir esse exemplo… 

4 Responses so far.

  1. Planeta que chora
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Reflito sobre a vida
    sobre o mundo rotativo
    do universo exuberante
    da beleza do ser pensante
    do mundo mágico criativo
    É o solo, é a existência roída
    de um planeta que chora, exaurido.
    De uma fumaça de gás cumprimido
    De um berço que faz sentido.
    De uma paisagem destruida
    que teimo em desfrutar
    a reta um ponto vai ficar
    o fim, o começo a externar
    O espaço a gritar
    O ambiente somente?
    A água ?
    A selva?
    O mar ?
    E nós humanos ?
    O planeta chora
    A inteligência ignora?
    Onde iremos morar?
    sem terra, sem piso, sem ar
    sem fogo, sem água, sem mar?
    por que a poluição ?
    o farelo da destruição
    O lixo cultural ?
    O rio é um esgoto
    O mar está morto
    O ar é aborto
    de quem quer abortar,
    assim, volto ao pó
    não tem reciclagem
    é uma viagem,
    mas viajo só?

  2. Alma de Cupim

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com.

    Adora a existência
    Contempla o natural
    O espaço sideral
    Inteligência da potência

    Muda a paisagem
    Destrói a natureza
    Maltrata a beleza
    Em qualquer passagem

    Dialética humana
    Constrói o artificial
    Dizima o natural
    Da fumaça que emana

    A construção de desertos
    Na alma impregnada
    Não pode sobrar nada
    Em campos abertos

    Qualquer jardim
    Deve ser venerado
    Aplaudido e aclamado
    Querendo o seu fim

    Luta demente
    Não tem beleza
    Não tem natureza
    Não tem jasmim

    Jardim da humanidade
    Todos têm direito
    Qual foi o defeito
    Todos defendiam
    Todos aplaudiam
    Não tem mais jardim
    Não tem mais culpado
    O tempo rolado
    Num mundo sem fim
    Corpo humano
    Alma de cupim

  3. Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.

    Passeio Cósmico

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Entre galáxias quentes
    Quasares gigantes
    Tudo tão distante
    É tão diferente

    Não tem gravidade
    É uma queda de gênio
    Não tem oxigênio
    Estranha suavidade

    O terror da matéria
    Viva atrevida
    Não tem vida
    Do humano a miséria

    Não tem cultura
    Luz escuridão
    Alma em aflição
    É somente tortura

    O medo grita
    O silêncio calado
    No mundo gelado
    Sem terra e guarita

    Há anos, ativo.
    Vejo um ponto
    Pare uma foto.
    E ali que vivo

    Um traço obscuro
    Não parece uma bola
    A câmera giratória
    A terra procuro

    Perdido no infinito
    Leva-me de volta
    De tanta viravolta
    Sinto-me perdido

    Que tal existência
    Aonde vai me levar
    Onde queres chegar
    Só vejo a ausência

    Nos confins um grito
    Não sei decifrar
    Mas vou escutar
    E assim repito

    Um barulho estranho
    Parece um cano
    A água derramar
    Cadê gravidade
    A tua humanidade
    Para poder parar

    Vejo-me girando
    Eu mesmo falando
    Onde vamos chegar
    Tudo é mistério
    Grande interrogação
    È poder da matéria
    Ou da criação?

  4. A Mídia

    Mundo maravilhoso
    Formadora de opinião
    Fonte de informação
    Porta voz do povo

    O seu erro é perdoado
    Por que não teve intenção ?
    Força viva da nação
    Um fato interpretado

    Liberdade de expressão
    Da heterogenia social
    A paisagem integral
    Do mundo em evolução

    Do povo soberano
    O Estado de direito
    Prefiro o defeito
    A mordaça do tirano

    Alimento da liberdade
    Força da democracia
    Tem poder e magia
    É liga da sociedade

    Mídia, povo e estado
    Integração e harmonia
    Luz de sintonia
    A Beleza do separado
    A junção do untado
    Luz da democracia !


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