Jack Kevorkian 1

Jack Kevorkian, o antigo patologista norte-americano que no passado era conhecido pelo apelido “Dr. Morte”, diz que nunca mais vai aconselhar pacientes terminais sobre a melhor maneira de morrer. Mas oito anos atrás das grades e a lista severa de compromissos que ele teve de assumir antes de obter liberdade condicional pouco fizeram para mudar as opiniões do franco, apaixonado e combativo defensor do suicídio com assistência médica. Dois dias depois que foi libertado da prisão, Kevorkian, 79, criticou de maneira convicta um país que não aprovou novas leis de suicídios assistido durante o período que ele passou aprisionado.  Kevorkian diz ter auxiliado mais de 130 pessoas em seus suicídios, nos anos 90, quando atraiu atenção nacional para questões como os direitos das pessoas na hora de morrer. Perguntado se recusaria ajuda a uma pessoa gravemente enferma que procurasse seu auxílio hoje, ele respondeu, secamente: “Não estou autorizado a ajudar”. Kevorkian, condenado por homicídio em segundo grau por um daqueles 130 casos, concordou, como parte das condições para sua liberdade condicional em não ajudar mais qualquer paciente a se suicidar. “Lamento”, afirmou. “Não me culpem. Culpem seu governo por aprovar essas leis”. Como vemos, um tema prá de lá de polêmico!


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