Mais transtornos nos aeroportos brasileiros

Mais crises nos aeroportos brasileiros. Semana passada a Ministra do Turismo disse que o jeito era “relaxar e gozar”. Mas no mesmo dia, sabiamente, divulgou nota pedindo desculpas pela frase infeliz. Enquanto isso bate-bocas entre passageiros e funcionários de empresas aéreas tornam-se constantes. É como se os nervos estivessem sempre à flor da pele, apenas esperando o momento para darem o salto, afastando qualquer forma civilizada de entendimento entre as partes. É deprimente ver pessoas com idade avançada literalmente jogadas em uma cadeira, nem sempre confortável, de aeroporto ou crianças chorando pedindo a atenção de seus impacientes pais. Parece-me que o problema é mais embaixo. Há que se tomar medidas eficazes para prevenir a ocorrência de novos apagões aéreos. Ou então estamos sempre diante de uma crise anunciada. O pior cego, já diziam os antigos, é aquele que não quer ver. E há que se ver que os passageiros precisam ser melhor atendidos, ter equipes de apoio para levá-los a hotéis, facilitar o uso dos restaurantes sempre que os vôos ultrapassem os limites do bom senso. O que não dá é ficar em um fila por mais de cinco horas e não ter a quem reclamar e ninguém a oferecer apoio. Assegurar que os vôos saiam nos horários previstos é uma grave questão de direito.


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