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Racismo, como? Se só existe uma raça, a humana?

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Ainda persiste o tal debate sobre a existência ou não de raça. Tudo voltou a ser discutido depois que dois gêmeos ao pleitearem o benefício da cota para negros em universidade brasileira, um foi considerado negro e o outro branco. Biólogos imaginam uma medida chamada “distância genética”. Esta distância é tanto maior quanto maior for a diferença entre os patrimônios genéticos de duas ou mais populações comparadas. A conclusão é clara: a humanidade não pode ser classificada em raças pela simples comparação dos patrimônios genéticos, chegando François Jacob, prêmio Nobel de Biologia a afirmar categoricamente: “O conceito de raça é, para nossa espécie, não operacional.” Jacob não fica solitário nessa declaração. O duplamente premiado com o Nobel de Medicina e de Psicologia, Jean Dausset declara que “a idéia de “raça pura” é um contra-senso biológico.” Se considerarmos a afirmação de muitos expoentes da ciência, de que não existem raças, no entanto, temos que conviver com este pernicioso defeito de nossa civilização: o racismo existe! Pois bem, ainda em 1986, um importante documento da Casa Universal de Justiça, destacava que “o racismo, um dos males mais funestos e mais persistentes, constitui obstáculo importante no caminho da paz” e que sua prática “perpreta uma violação demasiado ultrajante da dignidade do ser humano para poder ser tolerada sob qualquer pretexto.”

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