Casamentos e divórcios: espiral do silêncio?

Come a com o casamento 

Fico sempre alarmado com a quantidade de casamentos que se transformam em divórcio. Parece estar crescendo assustadoramente. Bem que novas pesquisas poderiam ser feitas sobre esse tema. A questão que mais me toca é: como fica a cabeça dos filhos quando seus pais se separam? Que referenciais passam a ter sobre a instituição tão antiga quanto a do casamento? Sei que as principais causas dos casamentos afundarem são a tal da incompatibilidade de gênios, ou seja, a dificuldade de o casal abrir deste ou daquele hábito ou vício; as dificuldades financeiras, ou seja, o problema que é manter um casamento quando o marido e a mulher passam pela dor do desemprego e também, o desejo de regressar no tempo e viver novamente os tempos de solteirice. Infelizmente os filhos são as maiores vítimas de lares destroçados. Eles ficam divididos e muitas vezes sofrem, calados por não saberem como verbalizar a sua dor, gerando traumas que somente com o tempo irão desaparecer. Não é de hoje que sabemos ser a família a célula-mãe de toda sociedade organizada. Como ajudar no progresso da sociedade se sua célula mãe encontra-se fragilizada? E não será esta a sociedade que daremos de herança a quem mais amamos, os nossos filhos? Pensemos nisso. 


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