Compreensao melhor do mundo

Criar o hábito de ler é sempre um desafio passado de geração a geração. Isso, pelo menos no Brasil, não posso falar de outros países. Sinto que o amor à leitura não é valorizado de forma adequada no ambiente escolar e ainda mais no ambiente familiar. Há que se motivar as crianças desde a mais tenra idade a tomar gosto pela leitura. Isso se desejamos que eles sejam bons cidadãos e tenham êxito profissional quando ficarem adultos. Ler é adquirir mais conhecimentos, ler é saber usar melhor as palavras, é entender de forma mais abrangente o texto de uma notícia. Ler é saber usar argumentos de forma lógica e ter uma compreensão melhor do mundo em que vivemos. Não faz muito tempo passou em minhas mãos uma pesquisa dando conta que o Brasil tem um déficit imenso de bibliotecas e que o volume de venda de livros era bastante inferior aos países europeus e mesmo bastante inferior ao nosso país vizinho, a Argentina. Como tenho quatro filhos, desde cedo, (e não é porque sou escritor que tomei tal curso de ação)  tão logo os filhos eram alfabetizados, em nossa casa só recebia mesada — aquele dinheirinho do final do mês, — aqueles que lessem pelo menos um livro a cada 30 dias. Os anos passaram, dos quatro, três encontram-se hoje na faculdade (dois em Direito e um em Jornalismo), e posso dizer, com satisfação, que estes quatro aprenderam… a ler. Pois eles é que escolhiam o que ler, o hábito de leitura não foi passado como algo mecânico, de natureza autoritária na relação pais/filhos e sim, como uma experiência prazerosa e gratificante.


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