O mundo dos nomes, sempre o mundo dos nomes!

EgocentrismoO mundo dos nomes, sempre o mundo dos nomes. As pessoas desejam ser reconhecidas pelo poder que possuem, que cargo ou função elevada que desempenham. No fundo, é o velho desejo de se sobressair da massa, de ser alvo de elogios e de deixar a marca do líder em sua atuação profissional. Há poucos dias um juiz de um tribunal superior de Brasília falava-me que seu colega desembargador havia lhe dito que cuidasse com os convites recebidos, pois muitas vezes não era ele o convidado e sim o seu cargo. Parei para pensar nisso. E concluo que este é um sintoma que agrava nossa condição humana, mais do que agrava, avilta. Afinal, em 2.000 anos de civilização cristã já não ouvimos tanto falar na nobreza do caráter humano, nas perfeições que temos a valorizar? Existem coisas que nivelam a todos por igual. Exemplos: todos buscam a felicidade, todos desejam saúde plena, todos se sentem indignados ante a violência e a insegurança em nossos dias. Mais, todos se solidarizam com as vítimas de tragédias, sejam guerras, terremotos ou tsunamis. Nossa solidariedade parece ser maior quanto mais longe estiverem as vítimas. Não é algo em quê pensar?


ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Observatório da Imprensa
  • Vale

ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Carta Maior
  • Meu Advogado