30 anos sem Clarice Lispector

30 anos sem Clarice30 anos sem Clarice. E parece que nem uma só semana se passou desde aquele dia de dezembro de 1977 tal é a sua presença na literatura (e no cotidiano) brasileiro. Novas edições estão aparecendo a cada dia, semana. Exposições sobre sua obra ocupam lugares de destaque tanto no Rio quanto em São Paulo. Teses se multiplicam sobre sua dinâmica de escrever, sobre os personagens que criou, sobre as frases que reunidas deram brilho duradouro a seu nome. Estamos vivendo a hora de Clarice Lispector. E cada segundo e minuto e hora são por demais preciosos. E únicos. Dado a sua originalidade como escritora, romancista, cronista, frasista, inventora de palavras e imagens fico pensando em como ela veria o tamanho que seu legado assumiu após sua morte. Uma Clarice escrutinada, analisada uma e mil vezes, pesada, mensurada, ampliada e reduzida. Mas a mesma autora que criou Rodrigo S.M. que por sua vez criou Macabéa que por sua vez iria repetir o que ouvira na rádio Relógio: ‘Que quer dizer cultura?’ 

One Response so far.

  1. Jonas Linhares disse:

    Uma dica legal: Vá ao site You Tube e coloque Clarice Lispector e encontrara uma entrevista concedida a TV Cultura em 1977.


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