815 milhões de pessoas passam fome no mundo

Fome no mundo 3Cerca de 815 milhões de pessoas passam fome no mundo, acaba de alertar o Instituto de Pesquisas sobre Políticas Alimentares, uma organização com sede em Washington.O Instituto, que divulgou seu Índice de Fome Global, também alertou que 127 milhões de crianças sofrem com insuficiência alimentar no mundo. O índice mostrou que os problemas são mais graves nos países da África subsaariana. As dez piores posições do ranking são ocupadas por países dessa região. Outro traço comum entre eles é o histórico de guerras civis ou conflitos violentos, afirmou o relatório. Na América Latina, o Haiti tem problemas “alarmantes” nessa área, de acordo com o indicador. “Conflitos armados agravam o problema da fome para além do seu impacto no desempenho macroeconômico dos países: combatentes frequentemente usam a fome como uma arma de guerra, cortando o fornecimento de alimentos, submetendo populações ‘inimigas’ à inanição, e capturando ajuda alimentar destinada a civis”, afirmou o relatório. No entanto, afirmou o relatório, “na maior parte da Ásia onde a Revolução Verde aumentou o fornecimento de alimentos, a fome e a desnutrição estão em queda desde os anos 80”.

45 Responses so far.

  1. Planeta que chora
    Luiz Domingos de Luna

    Reflito sobre a vida
    sobre o mundo rotativo
    do universo exuberante
    da beleza do ser pensante
    do mundo mágico criativo
    É o solo, é a existência roída
    de um planeta que chora, exaurido.
    De uma fumaça de gás cumprimido
    De um berço que faz sentido.
    De uma paisagem destruida
    que teimo em desfrutar
    a reta um ponto vai ficar
    o fim, o começo a externar
    O espaço a gritar
    O ambiente somente?
    A água ?
    A selva?
    O mar ?
    E nós humanos ?
    O planeta chora
    A inteligência ignora?
    Onde iremos morar?
    sem terra, sem piso, sem ar
    sem fogo, sem água, sem mar?
    por que a poluição ?
    o farelo da destruição
    O lixo cultural ?
    O rio é um esgoto
    O mar está morto
    O ar é aborto
    de quem quer abortar,
    assim, volto ao pó
    não tem reciclagem
    é uma viagem,
    mas viajo só?

  2. A Favelização das Metrópoles
    Por Luiz Domingos de Luna 19/02/2008

    Com essas políticas públicas que somente funcionam para: via uma mídia crédula, logo, logo, teremos uma pequena metrópole cercada por uma grande favela em todas as regiões do Brasil.

    As metrópoles brasileiras não estão crescendo, mas sim, inchando; logo teremos uma grande favela com uma pequena metrópole no centro. Tudo isso se dá graças à falta de políticas públicas sérias em benefício da sociedade. O Êxodo rural, o desemprego, uma educação caótica, uma saúde em UTI, uma infra-estrutura em frangalhos. Toda solução mágica é puro paliativo. Porém, enquanto não se tiver a consciência plena de que o conjunto estando bem todos estão bem, ou seja, que o patamar da mediana da sociedade é quem define o bem estar coletivo. Todo o corpo social, sofre, se abala e chora.(Comente)

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  3. O Brasil precisa de segurança plena: È direito do Cidadão e dever do Estado.
    Por Luiz Domingos de Luna 19/02/2008
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    Enquanto a impunidade, o desemprego, a corrupção, o descaso, a falta de seriedade assola o pais como um fogo abrasador em todas as direções “uma besta fera louca”, nós brasileiros assistimos toda esta paisagem social caótico estupefato e sem nada poder fazer, é uma situação horripilante, pois senão vejamos: os nossos detentos que deveriam ser cuidados pelo estado, numa política de ressocialização e em respeito aos direitos humanos e no cumprimento da sua pena especifica, como determina a lei. Mas não, tudo vira uma bagunça generalizada presídios superlotados, pelo visto, o detento está mais seguro nas ruas do que dentro da própria cela. O Vandalismo imperara nos corredores e nos pavilhões da miscigenação de presos, formando assim, uma verdadeira escola do crime. Não é a toa que os grandes grupos organizados do crime nascem dentro de presidios e com certezas outra célula de ataque a sociedade são embrionalizadas dentro da própria casa de detenção. Ainda assim o Estado procura o culpado? Ora, se o próprio estado não oferece as condições mínimas para o bem estar da população carcerária, como é que este pode oferecer segurança à população? Precisamos urgentemente de um plano nacional de segurança plena, é um direito do Cidadão e um dever de do Estado; pois O caos que nós estamos presenciando é fruto de um estado gastador, que gasta mal, não planeja suas ações, não tem uma preocupação em assistir as comunidades carentes. É um estado que trabalha bem, mas trabalha bem para os interesses dos monopólios, oligopólios financeiros, para os grandes mercados de capitais, é um fomentador do fogo do capitalismo selvagem que forma duas forças antagônicas na sociedade os ricos e poderosos a serviços dos interesses do capitalismo e os ricos de nada, ricos da miséria, do descaso da violência, assim, estamos formando a bomba que dilacera a sociedade os vencidos e os vencedores. os heróis e os bandidos os pobres e os ricos. Quero ver é quando estes dois mundos diferentes resolverem prestar contas, ai sim, já é tarde demais. E Ai ficará a pergunta por que não fizemos algo quando ainda existia solução?

  4. A GLOBALIZAÇÃO DA MISÉRIA
    Por Luiz Domingos de Luna 19/12/2007

    A GLOBALIZAÇÃO DA MISÉRIA

    “As empresas estão investindo maciçamente na alta tecnologia de ponta, pois, assim elas aumentam a margem de lucro ao tempo em ficam mais enxutas e modernas para enfrentarem a globalização.”
    Todo este palavreado não passa de um eufemismo enganador e cruel, o que está acontecendo de verdade é uma política empresarial globalizada norteada na concentração de capitais e na demissão involuntária. Os operários estão sendo colocados no olho da rua por conta de uma crueldade empresarial de cortar coração, pois senão vejamos: nas pranchetas dos construtores desta política excludente do capitalismo selvagem já estão programados os postos de trabalhos de?Hoje ou ontem? Ocupados pelos trabalhadores e que serão substituídos ou tungados pelas novas tecnologias. Essa massa operária é jogada no olho da rua como animais, assim como os escravos na época do período colonial. E o pior, enquanto o operário pensa que seu posto de trabalho foi extinto por uma fatalidade, por uma evolução dos tempos, pela modernidade, outros milhares de trabalhadores já estão tendo nas mesmas?Pranchetas? A exclusão premeditada da substituição do atual trabalhador pela alta tecnologia de ponta. Mas por que isto acontece? -Porque vivemos no terminal de um capitalismo excludente, selvagem, opressor onde o capital se concentra na maioria da?Minoria privilegiada? Que não pensa no bem estar social, na tecelagem humana, no bem estar da coletividade, mas apenas nas suas margens de lucro que devem aumentar diariamente, se a margem não aumenta, o corte de pessoal faz aumentar. É uma equação financeira que conspira contra o trabalhador, o operário honesto. De tanto trabalhar para a empresa, de tanto viver a empresa, coitado! Esquece de si mesmo e quando for pensar em sua vida já está no olho da rua. O Que fazer com essa massa operária que está sendo expulsa dos seus postos de trabalho, simplesmente porque ele não existe ou deixará de existir em pouco tempo. O Estado tem uma política de integração de emprego para estes excluídos pela força bestial de um capitalismo devorador de operários probos e honestos? Ou se vai colocar a culpa na fatalidade? -Comente.

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  5. Mamata da Burguesia Latina Americana
    Por Luiz Domingos de Luna 18/02/2008 às 18:33
    Enquanto estes comandantes togados, nos fóruns do capitalismo selvagem, determinam o destino do povo, as células de ataques à sociedade são preparadas dentro dos próprios presídios pagos para defender a sociedade, na política elitista do paradoxo. Até quando?
    Enquanto estes comandantes ficam nos gabinetes dos fóruns internacionais, montando um circo para o povo, sem nenhum compromisso com o desenvolvimento social, ao invés de denunciar as mazelas sociais que assolam a América latina, como: a caótica situação carcerária, o desemprego, violência, falta de moradia, educação esfarelada, estradas de buracos, problemas energéticos graves, saúde em UTI – Febre amarela, nós ficamos como tupiniquim, assistindo a este teatro de reis e toda sorte de uma elite arraigada e encastelada no poder, vivendo nas tetas da mamata eterna do estado. Muitos destes, já se confundem com o próprio estado, enquanto nós, simples brasileiros, humildes, não temos dignidade, trabalho, emprego, teto e ainda temos que assistir a este circo da hipocrisia de um poder voltado para uma elite envernizada no próprio poder. Um poder dinástico, numa elite eterna… E nós, simples telespectadores? – Com certeza.
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  6. Cadê o Conselheiro da Miséria Sertaneja?
    Por Luiz Domingos de Luna 19/01/2008
    É um grande paradoxo a questão fundiária no Brasil, quando na verdade é um problema que nem deveria existir, pois nós somos um país de dimensão continental, somos um gigante pela própria natureza, não sei até quando o Brasil vai conviver com esta política de muita terra nas mãos de pouco, enquanto a maioria que trabalha e tira o seu sustento não a possui, trabalha a vida toda na terra no famigerado?”Trabalho de Alugado”. Dá uma grande tristeza em saber que os grandes latifundiários neste país vivem apenas engordando seus bois e seus bolsos, participando de leilões, na especulação das bolsas de valores, enquanto umas legiões de miseráveis da zona rural são excluídas da terra, digo melhor estes pobres agricultores, já foram expulsos de uma vida digna, da cidadania, da falta de teto, e da inclusão social, são tratados como delinqüentes, como pode? O homem que é a base da cadeia econômica mundial ser tratado como um monstro?. Que estado é este onde os traficantes perambulam nas ruas distribuindo drogas, fomentando a prostituição, a violência, muito policia, inclusive, {Corruptos}, participando dessa ação nociva à vida em sociedade. Veneno que destrói, e dilacera o tecido social, já bastante fragilizado pela corrupção, pelo centralismo político, pela inoperância, pelo marasmo, pela despreocupação com as massas desfavorecidas, vitimas de um capitalismo selvagem e excludente. Até quando teremos que suportar a ação repressora de policiais com seus cães fareja dores de miserável-agressão gratuita-, humilhar e violentar estes pobres excluídos: de oportunidades, compreensão da lógica existencial humanitárária, da vida, da sociedade e do mundo.
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  7. O Estudante projeta o que vive, Ele é um ser social
    Por Luiz Domingos de Luna 26/12/2007 às 12:50
    Qual a motivação para o estudante brasileiro? Todo dia ele consome a bomba da
    realidade desumana e cruel em que vive, Estado inepto, corrupção escancarada,
    políticos corruptos impunes, violência nos presídios, os fortes matando e
    subindo em cima dos fracos, os honestos vivendo no paraíso da miséria da
    chateação e da cobrança. – O Que foi que tu ganhaste com esta tua honestidade?
    – Esta honestidade serve para que mesmo? Enfim, estamos vivendo uma época da
    inversão de valores. Neste terreno fácil, do mundo fácil, pela queima de etapas
    via o caminho clandestino da malversação ridícula de uma política que beneficia
    o palhaço, o espertalhão, o garanhão, o sabichão e aos… E pune os
    honestos, os cidadãos, os barnabés, os homens de bem, é uma polícia muito
    interessante, contanto que não se espere muito da aprimoração intelectual da
    sociedade, principalmente, da classe estudantil. Primeiro: o estudante está se
    questionando vale a pena estudar tanto para ganhar tão pouco? Vale a pena ser
    um doutor para viver no meio dos oportunistas? Vale a Pena ser um construtor
    social no meio dos espertalhões? Vale a pena ser um barnabé para ser vaiado
    pelos gaiatos de um capitalismo selvagem que somente beneficia os que só servem
    para ser garotos ou garotas de marketing de um capitalismo excludente e que
    luta incansavelmente para manter a juventude alienada. Quando o aluno faz
    greve é logo taxado de oportunista, idiota. O Que esperar da classe estudantil
    quando “os sem diplomas” são os grandes diplomados na arte de concentrar
    capitais, poder, prestígio, dinheiro e lucro fácil. Os Estudantes devem
    realmente passar por uma crise ou “uma bomba de realidade tão forte”, tão intensa,
    que estudar já não é tão importante pelo menos no momento atual. Mas a qualquer
    momento esta realidade triste da existência em que se vive, pode ser mudada, ai
    sim, deveremos investir no “ser”, através do estudo da prática do bem comum, da
    ética, do respeito, do compromisso com a sociedade, com o Estado, com a família.
    Afinal “o ter” passa, porém, – O SER é Eterno.

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  8. A Farra nunca termina ?
    Por Luiz Domingos de Luna 12/02/2008 às 12:21
    Enquanto se torrar o dinheiro público num natal que dura um ano inteiro. Sobra farra, sobra cartão, e torra dinheiro. O Capitalismo selvagem nas mãos dos farristas do carnaval do ano inteiro.
    Os Cartões

    Senhor, preciso de sabedoria.
    Na minha comunicação
    Não posso corromper minha nação
    Com a minha farra ou alegoria

    Destruir a luz da democracia
    Festejar um natal que passou
    Um gasto se desperdiçou
    Na construção da cidadania

    Não posso ser cupim
    Nem a ferrugem do aço
    Pois cada desação que faço
    Prejudico a todos e a mim

    Que eu tenha responsabilidade
    E lealdade com minha nação
    Que eu somente use o cartão
    Para o bem estar da sociedade

    A Podridão da ganância
    È a arma do fraco ignorante
    A força do ser pensante
    Nas mãos da história
    Já foi colocada
    Que eu leia no cartão
    Não roubou
    Não deixou roubar
    Não torrou
    Não deixou torrar
    A história de uma pátria
    Que está sendo edificada.

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  9. O Concreto Armado do Capitalismo Selvagem
    Por Luiz Domingos de Luna 12/01/2008 às 11:00
    Enquanto nós brasileiros pagamos honestamente os nossos impostos, políticos inescrupulosos se aliam aos empresários, donos de grandes empreiteiras para construírem edifícios de areia. Que servem somente para mostrar, o descaso, a inoperância, a incompetência de um estado que gasta muito e gasta mal. Até Quando? / Quando esta violência contra o povo brasileiro, terá enfim, um fim?
    Não podemos ser um país de faz de contas, pois é muito prejuízo, primeiro uma política urbana elitista, voltada para o bem estar dos grandes empreiteiros, segundo superfaturamento de obras, terceiro prédios feitos com material de última classe, após a burocracia e o torramento do dinheiro público, finalmente o prédio é erguido com material de péssima qualidade quando a estrutura física já da sinais de queda, uma porção de miseráveis sem ter onde morar vão tentar viver no local que foi o canteiro do desperdício do dinheiro publico. É uma vergonha nacional são chutados, como vagabundos ou drogados, sem nenhum respeito ao ser humano. Qual a serventia destes prédios superfaturados? Uma estrutura rachada vai servir para que? Porque os sem tetos não podem ocupar a sobra de um estado gastador e gastador de péssima qualidade. Até quando temos que suportar este descaso. Cadê a política de moradia voltada para o bem estar do homem simples e humilde. Chega de Demagogia barata. O País precisa de seriedade. E Principalmente respeito para com os mais humildes e que são apenas subproduto de uma política voltada para o bem estar dos grandes capitais
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  10. O Homem é o Lobo do Homem? Não.
    Por Luiz Domingos de Luna 15/01/2008 às 13:23
    Enquanto nós, seres humanos, não tivermos a consciência plena de que a sociedade é, foi e sempre será um conglomerado humano heterogênico e que devemos respeitar toda existência humana, seja minoria ou maioria, compreender as opções individuais, orientações sexuais, as manifestações de opiniões, a liberdade de opções, enquanto não pararmos com o uso de adjetivos desqualificativos de escolha, grupos étnicos, religiosos e outros, nós jamais teremos uma mente aberta para o convívio pleno da paz social, da harmonia e do bem estar coletivo. O Tempo usado para denegrir a própria espécie humana, seja fenótipo ou ideológico deveria ser substituído, por um tempo útil, ou seja: por uma política universal do bem estar da humanidade, pois um choque de civilização, de cultura, de ideologia é um mal que vai prejudicar a todos, em um só tempo, em todo tempo, pois é uma semente de fogo abrasador que coloca o homem contra o próprio homem e em nada colabora para o convívio dos seres humano na esfera maior – Planeta Terra.
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  11. A Bomba Quimica do pão nosso operário
    Por Luiz Domingos de Luna 23/01/2008 às 10:45

    Com o advento do crescimento do capitalismo selvagem toda sorte de mazela vem assolando o já frágil convívio do tecido social planetário. Pois à medida que cresce a tecnologia, diminui o campo de trabalho, obrigando os seres humanos a ter uma vida ao ritmo das máquinas, isto vem trazendo inúmeros prejuízos para a convivência dos seres humanos. A adaptação desta selvageria da modernidade e da concentração de renda, pois, senão: vejamos as pessoas hoje em dia não podem escolher o seu cardápio, ou ter um momento para as refeições. Na falta disto, vão se alimentar nas grandes cadeias Capitalistas de distribuição de alimentos que oferecem às pressas, -refrigerante com hamburguer- feitos tudo a base de gordura saturada e colesterol, além da alta taxa de glicose, razão esta de está aumentando em forma de progressão geométrica os casos de crianças com problemas cardíacos, diabetes, e outras mazelas como o stress depressão e outros. Os seres humanos não são máquinas, não podem responder o interesse dos grandes mercados de capitais com subserviência, com a pressa, com a falta de horário para alimentação. Estamos entupindo nosso organismo de colesterol, triglicérides e glicose. Iremos pagar um preço alto pela ingestão de alimentos degrada dores de nosso próprio organismo, bem como, iremos criar uma geração de obesos, porque não dizer de crianças obesas, stress, depressão. Tudo isto para nutrir a ganância dos imperialistas de um capitalismo que distrai e destrói a vida dos seres humanos.
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  12. O Tempo Real Existe ?
    Por Luiz Domingos de Luna 09/01/2008 às 12:28
    O Tempo real existe? Se existe, porque não fazemos algo, agora; Para que a próxima geração possa sentir orgulho de nós que fizemos o possível para eles possam receber um mundo melhor do que o nosso.

    O Tempo

    Luiz Domingos de Luna

    Em um canto caído
    O mundo a girar
    A vida a passar
    Encantos sofridos

    Corpos envelhecidos
    Suaves serenatas
    Existência ingrata
    Onde queres chegar?

    Pisando a paisagem
    Em uma passagem
    Sempre a moldar
    Com sua influência
    Queima a paciência
    Quem vai desvendar?

    Um novo dia
    O sol já raiou
    O momento passou
    Não vai mais voltar

    Do silêncio ao ruído
    Num canto perdido
    Do universo a girar
    Vai-se perguntando
    Cantando ou chorando
    Onde queres chegar?

    Dor desmedida
    Dúvida da vida
    De o mar serenar
    Ficou a história
    Em nossa memória
    Teima em passar.

    Assim, meu irmão
    faça algo
    pela sociedade
    que fica a esperar
    a sua contribuição
    para uma nova nação
    vamos edificar ?
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  13. Faça algo pelo bem estar da sociedade
    Por Luiz Domingos de Luna 03/01/2008 às 10:46
    É urgente que a sociedade humana pense em fazer algo pelo bem estar da coletividade{ dada a brevidade da vida}

    Qual a mensagem dos tempos de outrora?
    Se cada corpo já foi consumado,
    ainda hoje está sendo transformado.
    O modo do passado é o mesmo do agora.
    A matéria se diz evoluída,
    porque não vê o golpe da separação.
    O lugar dos que foram é o mesmo
    dos que vai
    E assim a moda passa e fica a vida
    É um estar na vida momentânea
    que nos deixa e segue a caminhada
    do passado fica só a malha armada
    Para, que pena! – entrar os contemporâneos
    As inteligências interrogam o mistério,
    do mesmo modo que já foi interrogado
    o futuro continuará a ser passado
    os que chegarem, adotarão este critério
    E o que se vê é uma fase removida
    que cada um de qualquer maneira leva
    não se fala se tem ou não reserva
    e assim vai o remo e fica a vida.

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    Luiz Domingos de Luna, professor da E.E.F.M. Monsenhor Vicente Bezerra, Rua Cel. José Leite, s/n Araçá, Aurora-Ceará. CEP 63360.000. TEL 8835433903

  14. Ética, pelo menos para as crianças.
    Por Luiz Domingos de Luna 05/12/2007 às 12:17
    É chegada a hora de colocar nos currículos escolares a disciplina de ética, nas escolas, do contrário teremos uma geração da lei do Gérson, do vale tudo do mais esperto.

    Já é chegada a hora de se implantar nos currículos escolares a disciplina de ÈTICA, principalmente para as crianças, pois a realidade apresentada é muito dura, quando o lamaçal da impunidade, da corrupção e da inépcia do Estado, vai se configurando na mente da criança {de que tudo isto é normal}. É a lei do mais forte, É a lei do Gérson; Isto com certeza é um agente desmotivado para que as crianças busquem o aprendizado cotidiano e a responsabilidade social e partam para a conquista de uma mundo fácil, amorfo, e é neste clone da realidade que nos é apresentada, que nasce a naturalização das idéias, ou seja, achar que tudo é normal; por exemplo, pensar que a política é uma alcatéia de lobos humanos, que busca somente o seu bem estar e o de sua família. Achar que as políticas podem tudo, inclusive lesar o patrimônio público em beneficio próprio. Achar que neste país quem não rouba ou deixa roubar é um babaca. Achar que as garotas devem ser presas no meio de marginais para serem estupradas. Achar que os políticos corruptos nunca serão punidos. Para evitar esta visão naturalizada das idéias, nada melhor do que a implantação de ÈTICA para as crianças, pois quem sabe? A realidade pode mudar, e quando mudar? Salvaremos deste quadro amedrontador pelo menos as criancinhas.
    Luiz Domingos de Luna, Professor da E.E.F.M. Monsenhor Vicente Bezerra, rua cel. José leite s/n Araçá, Aurora-Ceará CEP 63360000 TEL 8835433903.
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  15. Prepare A Vela, – O Monstro do apagão- já deu sinal
    Por Luiz Domingos de Luna 14/01/2008 às 13:35
    Enquanto neste país não existir uma política de coragem, determinação, garra para à frente de técnicos com competência específica na área, a resolver a problemática da infra estrutura;
    Corremos o risco de continuar com os fachos na mão na procissão da estupidez, ignorância e nas trevas de uma política que ceifará a luz, embrionalizada há várias décadas e gastada no presente e no futuro ?

    Com relação ao artigo Racionamento de energia? O Apagão da Imprensa, postado pelo jornalista Luciano Martins Costa, gostaria de fazer o seguinte comentário:

    A questão da infra-estrutura brasileira, nunca foi tratada com seriedade neste país, pois sempre faltou uma política de longo prazo de”Planejamento da Infra-estrutura”, com determinação, tenacidade e gerenciada por pessoas com conhecimento específico na área, por outro lado, quando se trata da Energia elétrica, as usinas que fornecem para o Brasil, são na sua grande maioria em capacidade de abastecimento, hidroelétricas, portando dependendo sempre da água que é um bem natural, necessitando assim, de chuvas regulares pra o seu bom funcionamento. Como a sociedade já foi vítima de apagões. Considero importante a preocupação da imprensa, dos formadores de opinião e do povo em geral. Pois caso a fatalidade venha a acontecer, a sociedade já antevira as suas formas de racionamento. Com relação às soluções paliativas, o que o povo já está acostumado a presenciar, a problemática continuará a persistir, está-se apenas adiando o problema real. Enquanto neste pais não existir um política séria, competente, continuada de resolver a problemática da infra estrutura, tudo é possível acontecer. E O Povo sabe na sua simplicidade, que, se não plantar a semente e aguar com regularidade,com certeza não se terão frutos. É o caso do Brasil.
    Luiz Domingos de Luna, Professor da E.E.F.M.Monsenhor Vicente Bezerra, rua Cel José leite s/n, Araçá, Aurora-Ceará. CEP 63360.000 TEL 8835433903
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  16. Para que tanta Existência e tão pouca paz ?
    Por Luiz Domingos de Luna 20/01/2008 às 10:32
    Qualquer olhada para o universo se observa a grandeza infinita do Espaço/ tempo. Para que? Se nesta bolinha -Planeta Terra -tanto violência, fome, descaso, miséria, desorganização política, desagregação social, por tanto egoísmo no planeta se sobra existência no universo?

    Universo em Ebulição
    Luiz Domingos de Luna

    A Razão derramada imponente
    Espera a emoção ser filtrada
    Um planeta sem enquadramento
    Numa existência não observada

    Nascimento das trevas e da luz
    Luta de um perfeito alinhamento
    São razões, emoções – pensamento.
    Corpos girando em universo reluz.

    Poder de uma grandeza infinita
    Uma mensagem a ser decifrada
    Quem percorre esta estrada
    Sente a dor de quem grita

    Porque derramada existência?
    A razão não sabe contemplar
    A emoção perdida a divagar
    Na corrente de um sonho eterno
    Em um tempo, a um só tempo
    Poder, quem sabe um dia, desvelar.
    Luiz Domingos de Luna, Professor da E.E.F.M. Monsenhor Vicente Bezerra, rua cel José Leite s/n Araçá, Aurora-Ceará CEP: 63360000. tel 8835433903
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  17. Drogas.
    Luiz Domingos de Luna

    Entrando numa fila
    Do claro ao escuro
    Um quintal sem muro
    Acaba-se a vida

    Veneno entupidor
    Do equilíbrio existencial
    Onda sedenta do mal
    Do martírio a dor

    Ego dilacerado
    Corpo viciado
    Dependência doentia
    Vida de agonia
    Prazer que mata
    Distrai, destrói
    Corrompe a alma
    Cega o espírito
    Assassina o ser
    É o começo do fim
    O fim que se vive
    O fim que se irá viver?

  18. O Professor Luiz Domingos de Luna aceita o repasse de suas poesias, porém não admite quaisquer tipo de contato. Pois seus trabalhos estão voltadados apenas para o engrandecimento da epistemologia genética.

  19. O professor Luiz Domingos de Luna aceita o repasse de suas poesias, porém, em hipótese alguma aceita quaisquer tipo de contato, pois os seus trabalhos literários estão disponíveis tão somente com a finalidade de aumentar a epistemologia genética da humanidade.

  20. Humano é que sois

    Numa noite estrelada
    Pedaços de vida
    Não tem saída
    No chão da calçada

    Sem vestígio, sem nada
    Tão pequenina
    Garota menina
    Morte agonizada

    Qual o foi o martírio
    De tão grande dor
    Não tem mais amor
    O último suspiro

    Aonde chegamos ?
    Onde vamos chegar?
    Em quem confiar
    É só desenganos

    O convívio se esconde
    É o monstro, o drácula conde.
    Ou o novo monstro se esconde
    Ou naturalização do mal

    Senhor tende piedade
    Livrai as criancinhas
    Do ponto as linhas
    Fugi da maldade
    Um mundo ofegante
    Com luz e com fé
    Com alma humana
    A força que emana
    De uma civilização
    Exclui o ódio
    A monstruosidade
    O poder da maldade
    Semeai a luz !
    Em todos os corações

  21. Menina de Luz !

    No túnel do tempo
    Os arranjos a rondar
    Em um mundo a rodar
    Na dor do momento

    É hora de pensar
    Os novos arranjos
    Ou então mais anjos
    O preço a pagar

    Qual o defeito?
    Da imantação
    Em combinação
    Que não vai fechar

    Sofre a menina
    De uma, psicologia assombrada
    Duma ligação quebrada
    De sonhos caídos

    O Íntimo do ser
    Que não vai untar
    Uma união que não une
    Que teima em quebrar

    Quem acredita chora
    Não tem simplicidade
    O psicológico arrasado
    E o mundo evapora
    Um anjinho subindo
    Um mundo sumindo
    Não tem mais amor

    Cuidai senhor!
    Da mártir da hipocrisia
    Da força doentia
    De um amor enganador

    Subiste ao céu
    È o seu atesto
    Um mundo desonesto
    Rasgaste o véu

    Derramai leite e mel
    Nesta sociedade
    Lama da maldade
    O gosto do fel.

    Foste o exemplo
    Já se viu o fracasso
    A fragilidade do aço
    Da mente doentia
    Foste sadia,
    Sábia revelação
    Da falsa união
    Revelaste a hipocrisia.

  22. Menina de Luz !

    No túnel do tempo
    Os arranjos a rondar
    Em um mundo a rodar
    Na dor do momento

    É hora de pensar
    Os novos arranjos
    Ou então mais anjos
    O preço a pagar

    Qual o defeito?
    Da imantação
    Em combinação
    Que não vai fechar

    Sofre a menina
    De uma, psicologia assombrada
    Duma ligação quebrada
    De sonhos caídos

    O Íntimo do ser
    Que não vai untar
    Uma união que não une
    Que teima em quebrar

    Quem acredita chora
    Não tem simplicidade
    O psicológico arrasado
    E o mundo evapora
    Um anjinho subindo
    Um mundo sumindo
    Não tem mais amor

    Cuidai senhor!
    Da mártir da hipocrisia
    Da força doentia
    De um amor enganador

    Subiste ao céu
    È o seu atesto
    Um mundo desonesto
    Rasgaste o véu

    Derramai leite e mel
    Nesta sociedade
    Lama da maldade
    O gosto do fel.

    Foste o exemplo
    Já se viu o fracasso
    A fragilidade do aço
    Da mente doentia
    Foste sadia,
    Sábia revelação
    Da falsa união
    Revelaste a hipocrisia.

  23. beatriz disse:

    porq nao tem afonte ai a pessoa vai fazer a pesquisa ai pede a fonte nao tem depois diz que e faculdade

  24. A Mídia

    Mundo maravilhoso
    Formadora de opinião
    Fonte de informação
    Porta voz do povo

    O seu erro é perdoado
    Por que não teve intenção ?
    Força viva da nação
    Um fato interpretado

    Liberdade de expressão
    Da heterogenia social
    A paisagem integral
    Do mundo em evolução

    Do povo soberano
    O Estado de direito
    Prefiro o defeito
    A mordaça do tirano

    Alimento da liberdade
    Força da democracia
    Tem poder e magia
    É liga da sociedade

    Mídia, povo e estado
    Integração e harmonia
    Luz de sintonia
    A Beleza do separado
    A junção do untado
    Luz da democracia !

  25. A Emancipação da Tigresinha

    Luiz Domingos de Luna

    Na caverna do grito
    A pura opressão
    À serviço do cão
    Vida em conflito

    Corrente de aço
    Freio da civilização
    Da beleza – a punição
    Da suavidade – o pedaço

    Poder de coação
    Infligindo ao belo
    Um mundo em farelo
    Não tem emoção

    Força da maldade
    Criaste a ferida
    A gaiola trazida
    Leveza sem liberdade

    Passiva e paciente
    Um mundo a voar
    Na tela a quebrar
    A emoção consciente

    Planeta continuado
    Ao futuro povoar
    Nos grilhões a chorar
    O caminho trincado

    Semente da preservação
    Maltratada e dolorida
    Julgada e oprimida
    Não tem solução

    A Lutar no tempo
    Vencer o preconceito
    Um simples direito
    No véu do tormento

    Casas e guerras
    Que nunca termina
    Luta genuína
    O silêncio encerra

    Abri sutileza – a mordaça
    Deixa passar
    Precisa caminhar
    Liberdade da fumaça

    A dona do tempo
    Forma nova geração
    Para que opressão
    Tigresinha – O momento

  26. Motor Primeiro das Discussões da Mídia Brasileira

    Ler o observatório da imprensa é ler o Brasil conjunto “em partes o todo” ou “o todo em partes” considero o observatório da imprensa o palco vivo das discussões da mídia Brasileira, tem suas falhas, assim como qualquer instituição, mas o poder de debate do observatório é tão forte, tão coerente que a mídia tem melhorado muito com a presença do observatório, este filtro democrático, da mídia brasileira, responsável a meu ver, por uma mídia investigativa, séria, e o que é melhor, em constante aprimoramento. Participar do observatório da imprensa é ser um pedacinho do espírito livre e democrático que permeia a alma do brasileiro. Os 10 anos do observatório é a certeza plena de que neste tempo o Brasil,na suas páginas, sempre foi tratado com um país que dá certo, um país onde a democracia é o imperativo “Motor primeiro” para o cotidiano do povo brasileiro.

    Luiz Domingos de Luna, Mestre de ordem, Ordem Santa Cruz forania de Aurora no estado do Ceará, aos 09 dias de abril,2008.

  27. A Dimensão da Curva.

    Ser simples como o vento
    Sem orgulho ou vaidade
    Sem presilha de saudade
    O fazer do talento

    Neste espaço
    A arte derramada
    A humanidade untada
    A mansidão do aço

    DNA do pedaço
    Clone da existência
    Parada!!! Penitência
    Mel, fel, Melaço

    Teima rima
    Idéia quebrada
    Vida aviltada
    Polidez, Lima

    Floresta humana
    Paisagem social
    Ócio, diferente ou igual ?
    Vida que emana.

    Cadê vaidade ?
    Tua força jovial
    O Saldo é o sal
    Felicidade?
    Haja serotonina
    A cor do batom
    É quem dá o tom
    Da vida que começa ?
    Ou da que termina?

  28. Diante do descaso com o meio ambiente, e por extensão para com o Planeta Terra, onde o poder de consumo dos seres humanos está acima da lógica existencial, “O homem como o grande construtor de desertos” e já disponível em literatura todo um “alertai” sobre as conseqüências desta agressão gratuita a biosfera, é que, disponibilizo o poema Planeta que Chora, para que, quem sabe? Esta forma de grito em defesa do meio ambiente possa ecoar nos mais diferentes recantos da bola, no momento azulada, mas que em breves dias ficará da cor agressão – poeira” marrom”, Praza Deus que, caro leitor, esta simples mensagem possa ser uma gota de otimismo no oceano da humanidade e um grão de areia no novo edifico que teremos que construir para a nossa sobrevivência, a consciência de que ainda não temos um novo planeta para destruir e/ ou / preservar o velho habitat terrestre ou seremos expulsos, pois a natureza, não dá saltos, nem nós humanos podemos, saltar para trás.PLANETA QUE CHORA. LUIZ DOMINGOS DE LUNA Reflito sobre a vida, sobre o mundo rotativo, do universo exuberante, da beleza do ser pensante,do mundo mágico criativo. É o solo, é a existência roída, de um planeta que chora, exaurido.De uma fumaça de gás cumprimido.De um berço que faz sentido.De uma paisagem destruída que teimo em desfrutar, a reta um ponto vai ficar, o fim, o começo a externar. O espaço a gritar. O ambiente somente? A água. A selva? O mar ?E nós humanos ?O planeta chora, A inteligência ignora? Onde iremos morar? Sem terra, sem piso, sem ar sem fogo, sem água, sem mar?Por que a poluição ?O farelo da destruição O lixo cultural ?O rio é um esgoto, O mar está morto. O ar é aborto de quem quer abortar,assim, volto ao pó. Não tem reciclagem é uma viagem, mas viajo só? Luiz Domingos de Luna, Mestre de Ordem, Ordem Santa Cruz – Penitentes- forania de Aurora no estado do Ceará, aos 20 dias do mês de maio,2008-05-20Email:deuteronomioarte@ig.com.br
    URL: http: revistaaurora.com

  29. Os Trabalhos do Professor Luiz Domingos de Luna /Poesias/, aqui, postados. “Autoriza-se o repasse para outros veículos de difusão da arte literária, vedado portanto, quaisquer tipos de contatos com o autor,pois, a finalidade única é o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade.” Ao repasse, favor citar a fonte.

  30. Lute Por uma sociedade coerente
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaurora.com

    Nós que nos aprofundamos nas leituras de jornais, revistas, livros, muitas vezes varamos noites pesquisando a história do dia a dia da formação de nossa sociedade, com sangue suor e lágrimas, estamos diariamente, dando a nossa contribuição para o aprimoramento educacional e intelectual de nossa gente. Esta profissão de fé é uma entrega total, a continuidade, ao zelo, pelo Estado Democrático de Direito. A democracia é um imperativo para que possamos quebrar as arestas dos males presentes e construir um país, onde as brechas que originam os tumores sociais sejam de fato, sanadas ou fechadas, porém compreendo que o fatalismo, a naturalização das idéias pessimistas, o pensar que estamos diante do caos, em nada colabora para a restauração de um novo espaço político. Dificilmente acrescentamos algo de novo ao espaço social ou político quando, fazemos criticas novas com costumes envelhecidos, com regras obsoletas, nós não podemos e não devemos se a palmatória do mundo, nem tampouco achar que estamos presos na gaiola do egoísmo concentrador, por que o nosso ponto de vista não é levado a sério, ou porque o mínimo lógico, o obvio não está sendo praticado, outrossim é relevante pensar que, vez por outra, passamos por momentos delicados com relação a costumes e valores éticos, mas renunciar a nossa cidadania, alimentar o ódio, ou rancor quando a paisagem sócio política não corrobora com as nossas aspirações, isto não deve ser motivo de desilusão, fracasso ou derrotismo gratuito,pois em nada colabora para o bem estar da espécie humana enquanto aglomerado social. Penso que o Brasil é um manancial de problemas, pois basta ver as suas dimensões continentais, e nossa história é toda baseada numa colonização escravocrata, e mais do que isso, dogmática e maniqueísta, é preciso que tenhamos essa compreensão para entender que o processo cultural, político, religioso, não é feito de forma abrupta e tem uma duração efêmera, É dever nosso, compreender que a harmonia entre o Estado e a Sociedade é algo buscado pelo homem desde o surgimento do homem na era cenozóica, no período do pleistoceno. Assim compreendo que a humanidade tem dado inúmeros saltos positivos no aspecto da convivência com seus pares. Assim, urge a necessidade de saber que as futuras gerações carregarão nas costas os nossos acertos, ou os nossos erros, que logo serão incorporados ao processo cultural que levarão muitos anos para serem modificados, pensando desta forma , creio que a nossa função é procurar aprimorar o nosso espaço cultural, social e político com a base epistemológica conseguida com tanta dor e sofrimento pelos nossos antecedentes.

  31. INFRA-ESTRUTURA EM SUCATA
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    É muito importante para a sociedade problematizar assuntos pertinentes a política, a economia, enfim ao dia a dia do convívio social, na interação e na busca de soluções para problemas que vão surgindo com o aprimoramento do processo democrático neste país. É na argamassa da fruição de idéias que vai se formando um Brasil com as tonalidades das aspirações do povo brasileiro.
    É inquestionável que a força da democracia reside justamente no ponto da pluralidade de opiniões, com instituições saudáveis, com uma imprensa livre, onde a liberdade de expressão seja o farol para o desenvolvimento, intelectual, material, na formação do “todo orgânico” que visa o bem estar da sociedade brasileira como um todo.
    Gostaria também que, com o mesmo afinco com que se questiona, se problematiza os problemas existenciais no momento presente, a noticia enfoco, o problema na ocorrência, também é de suma importância fazer um questionamento sobre a infra-estrutura brasileira; pois, penso que o desenvolvimento de um país passa a ser um fato real quando o estado oferece a sociedade uma infra-estrutura que contenha condições para o crescimento social em todos os seus aspectos, desta forma,compreendo que as veias básicas que irrigam o pulsar do ” eu” social estão no mínimo entupidas ou sucatadas, a nossa malha rodoviária que interliga o país hoje é um cartão de visita que envergonha qualquer brasileiro, e o pior é que, a situação, além de ser raramente questionada nos meios de comunicação de massa é um ponto para o nascedouro de um tumor maligno que em qualquer tempo pode parar o país, basta analisar a questão da saúde e vê que a situação é caótica, a educação ninguém nem se fala, e por ai vai, não quero dizer que a situação da problemática da infra -estrutura foi criada no governo atual, claro que não, quem não lembra dos apagões nos governos anteriores, com certeza são problemas antigos que exigem soluções novas, versáteis, urgentes.
    Por que não tratar a problemática da infra-estrutura brasileira com seriedade? Se o Estado não tem condições de solucionar a problemática da infra-estrutura, por que não terceirizar?Entendo que é urgente a necessidade de uma política voltada com determinação, garra, tenacidade, na elaboração de medidas concretas para resolver de uma vez por todas a situação da infra-estrutura no Brasil.
    Creio que este problema pertence a todos brasileiros, independentemente de ideologias, pois o bem comum beneficia a todos indistintamente, do contrário, iremos repassar para as novas gerações um país apodrecido dentro de sua própria malha básica na sua própria função de servir a sociedade. E Ai quando for descoberto que o estado falhou já é muito tarde.

  32. Ao fazer a republicação( tabalhos acadêmicos, sites , blogs) dos trabalhos do professor Luiz Domingos de Luna, não contate o autor, porém cite: autor, obra e a fonte.
    Atenciosamente,
    Luiz Domingos de Luna

  33. Miopia Humana

    É um grande desperdício

    Ao irmão discriminar

    qual seja sua orientação

    ou sua forma de pensar

    pois quando eu externo opinião

    espero me respeitar

    mas como posso exigir isso

    se não sei: ao outro tolerar?

    precisamos entender

    a heterogenia social

    para não ignorar

    a opção existencial

    é o estilo do homem

    de uma sociedade – a acelerar

    chega de rótulos idiotas

    de preconceitos rotulados

    lutemos pela liberdade

    harmonia da sociedade

    e da vida só bem estar

    deixai aos seres humanos

    a sua paz,

    liberdade

    de ser,

    de viver,

    De pensar.

    Pois todos somos iguais

    na biologia molecular

    fomos e somos

    46 cromossomos.

    compreenda as preferências

    entenda as diferenças

    para poder se respeitar.”

    Luiz Domingos de Luna

  34. Aurora, uma janela para o céu

    Luiz Domingos de Luna

    Pedi permissão ao tempo
    Nas asas do pensamento
    Voando vai minha ilusão
    Pelos caminhos obscuros

    Da minha história esquecida
    Momentos de vida vivida
    Na mais linda sedução,
    Pois ainda em tenra idade

    Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
    Sonhei, lutei, na selva humana,
    ganhei o meu troféu de herói,
    construi minha cabana tenho o meu transporte
    meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

    Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
    Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
    Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

    Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
    Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
    Consegui o que queria numa luta bem renhida,
    Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

    Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
    Na janela da memória vivo a minha própria emoção
    Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
    Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

    Em meu apartamento a lembrança me seduz,
    Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
    Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
    Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

    Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
    O apito do trem, as missas bem demoradas,
    As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
    De manhã a passarada num canto de louvação.

    Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
    Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
    Todos para a ABA numa inocência fecunda
    Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

    Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
    Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

    Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
    Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido.

  35. A Dor da Memória
    Luiz Domingos de Luna

    Em uma história,
    Que foi tão florida,
    De vida vivida,
    Saudosa memória,
    Foste à mãe que alimentou
    O retrato que estou,
    A tristeza que aflora,
    Pudesse aurora,
    Contemplar novamente
    Regar a semente
    Da sombra frondosa
    Untados nós somos
    No mesmo ideal,
    Qual foi o pecado
    Que nós cometemos,
    Um paraíso tão lindo,
    Tinha Adão tinha Eva
    Tinha serpente, estrela azulada,
    Tinha perfume, tinha luz,
    Tinha água, tinha alma,
    Porque me seduz,
    Está-se nu no infinito,
    O nosso grito,
    Já foi quebrado,
    De um tempo passado
    Que vive com glória,
    Martela e sufoca
    A minha memória
    Qual foi o meu erro
    De um martírio doentio,
    Acendi o pavio,
    Do espertalhão
    Sem tela, sem cor,
    Sem brilho, sem luz,
    Sem agora.
    Mataste a aurora
    Do meu Coração.

  36. O Poder
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaurora.com

    Força de ação
    Do bem ou do mal
    Ponto temporal
    Sociedade –Ligação

    Da visão conjunta
    O desenvolvimento
    Luz do talento
    Liga que betuma

    Da visão individual
    Dor que atormenta
    A sociedade lamenta
    O cheiro do mal

    Sem o deslumbre
    Compromisso na mão
    Povo, cidade, nação
    Sol, luz, vaga-lume

    Quando o ego se projeta
    Nasce o tirano
    Não existe humano
    Cinza que inquieta

    A sociedade agonizada
    Ferida cambaleante
    A certeza do errante
    Civilização estagnada

    O poder é entre
    Espaço tempo
    Luta a todo O Momento
    Entre, saia, sempre.

  37. Esmerindo Cabrinha da Silva, O humanizador Musical de Aurora. Respirando a atmosfera artística e cultural de Cajazeiras/PB, pelas ruas, pelos espaços concretos e abstratos, assim, ao chamado de qualquer instrumento Musical, ao acorde do som, ao movimento dos dedos, ao ritmo da composição, a harmonia das orquestras; estava lá, sempre vigilante, sem pressa, doado por inteiro, imergido nas ondas sonoras. Navegando na simplicidade, na humildade, na entrega total, na missão intrínseca do seu ser, servir a sociedade na educação musical, num processo contínuo, burilando no mundo mágico de sua criação as letras sonoras que iriam libertar o homem das masmorras sociais, pois toda pequenez da matéria, era pulverizada por um conjunto harmônico de sons vibratórios, dando uma dimensão elástica do ser, na passagem temporal da existência; a cada nota, expelida pelo fito musical, um sonho, um desejo, uma vontade determinada de salvar a juventude das correntes de uma modernidade balofa. Gostava sempre de, em cada fonte, um ponto de um novo nascimento, não um nascimento ditado, sistematizado, na ordem, nas regras de conduta, mas no auto-nascimento, pois a cada músico, a possibilidade plena do encontro entre o ‘Eu íntimo’ e o som projetado. É incrível como cada discípulo de Esmerindo Cabrinha conseguia esculpir na alma a busca pela perfeição, uma perfeição sem cobranças, sem normas, sem lei, sem correção, feita apenas com o olhar silencioso, o olhar de quem acredita, de quem confia, era como se o olhar falasse ‘não se preocupe, eu estou do seu lado, você consegue, você supera, você chega lá’. Este débito musical dos alunos iniciantes sempre formava o paredão da ética, do compromisso, da vontade de acertar, da determinação de mostrar para si e para o mundo que aquele mestre não estava ali em vão, ou por um momento existencial efêmero, mas sim, para abrir horizontes para jovens que só tiveram uma única oportunidade na vida, a oportunidade de aprenderem com o Maestro Esmerindo Cabrinha da Silva, isto era tudo que os alunos possuíam. Eu mesmo, quando da chegada do maestro em Aurora, sempre atentamente, assistia às suas aulas, a sua didática me contagiava, pois não era apenas um professor de música, era muito mais, um humanizador, um construtor da cidadania, da ética, do respeito ao conjunto, e por extensão a sociedade, por que não dizer a humanidade como um todo. Os alunos de Esmerindo viam no maestro um instrumento afinado que tentava reconstruir o espaço único da alma humana, numa luta contínua contra as intempéries negativistas que sujam a história da humanidade. Da minha convivência com o meu mestre musical, edificador da natureza humana em linhas suaves, decodificadas ao brilho da harmonia, da melodia sonora, ficava sempre admirado com a sua despreocupação com a grandeza do mundo material, pois para seu Esmerindo, a riqueza do ser humano estava em projetar para o mundo um benfeitor musical e social, um humanizador, conseguir isto, parecia algo utópico, mas no carrossel do vendaval da existência, a marca de Esmerindo Cabrinha da Silva ficou timbrada para sempre, esculpida no interior de cada um dos seus alunos que hoje pavimentam nos mais diversos rincões deste país o celeiro de grandes músicos que envaidecem o seu Estado natal, Paraíba, e a sua amada e nunca esquecida, Aurora no Ceará.”

  38. Alma de Cupim

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com.

    Adora a existência
    Contempla o natural
    O espaço sideral
    Inteligência da potência

    Muda a paisagem
    Destrói a natureza
    Maltrata a beleza
    Em qualquer passagem

    Dialética humana
    Constrói o artificial
    Dizima o natural
    Da fumaça que emana

    A construção de desertos
    Na alma impregnada
    Não pode sobrar nada
    Em campos abertos

    Qualquer jardim
    Deve ser venerado
    Aplaudido e aclamado
    Querendo o seu fim

    Luta demente
    Não tem beleza
    Não tem natureza
    Não tem jasmim

    Jardim da humanidade
    Todos têm direito
    Qual foi o defeito
    Todos defendiam
    Todos aplaudiam
    Não tem mais jardim
    Não tem mais culpado
    O tempo rolado
    Num mundo sem fim
    Corpo humano
    Alma de cupim

  39. Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.

    Passeio Cósmico

    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    Entre galáxias quentes
    Quasares gigantes
    Tudo tão distante
    É tão diferente

    Não tem gravidade
    É uma queda de gênio
    Não tem oxigênio
    Estranha suavidade

    O terror da matéria
    Viva atrevida
    Não tem vida
    Do humano a miséria

    Não tem cultura
    Luz escuridão
    Alma em aflição
    É somente tortura

    O medo grita
    O silêncio calado
    No mundo gelado
    Sem terra e guarita

    Há anos, ativo.
    Vejo um ponto
    Pare uma foto.
    E ali que vivo

    Um traço obscuro
    Não parece uma bola
    A câmera giratória
    A terra procuro

    Perdido no infinito
    Leva-me de volta
    De tanta viravolta
    Sinto-me perdido

    Que tal existência
    Aonde vai me levar
    Onde queres chegar
    Só vejo a ausência

    Nos confins um grito
    Não sei decifrar
    Mas vou escutar
    E assim repito

    Um barulho estranho
    Parece um cano
    A água derramar
    Cadê gravidade
    A tua humanidade
    Para poder parar

    Vejo-me girandoT
    Eu mesmo falando
    Onde vamos chegar
    Tudo é mistério
    Grande interrogação
    È poder da matéria
    Ou da criação?

  40. Universo Paralelo
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com

    No palco da existência
    Bilhões de combinações
    Infinitas proporções
    Da matéria a essência

    O Universo unificado
    Longe da imaginação
    Entrar numa prisão
    Por tempo determinado

    Matéria não adaptada
    A um tempo a correr
    Na dependência sofrer
    Corpo, a vida deixada.

    É uma ida, uma volta.
    É o estar, é o ser.
    É o Poder, é o ter.
    É uma reviravolta?

    Entra numa dimensão
    Do tudo – do nada nasce
    É apenas um disfarce
    Do nada, a terra, o chão.

    É uma magia encantadora
    Toda carne é morredoura
    Sem ela, a imortal
    Alma sonhadora
    Na vida a vagar.
    Uma compreensão
    Uma explicação
    Ninguém quer falar
    Quem pode entender esta seta
    Que a história inquieta
    Teima em voltar

  41. Ao meu querido netinho – Davi
    Luiz Domingos de Luna
    Livro digital – Google
    I
    Duas, vê filho, é meu neto
    Seu Berço – ingazeiras
    O cariri a esteira
    Um Ceará ao afeto.
    II
    Na suavidade da vida
    Sua história uma canção
    Seu destino em construção
    Seu ideal é guarida
    III
    Na grandeza da existência
    Espinhos, flores, a contemplar
    Em uma estrada a esperar
    O sumo da essência
    IV
    São muitos horizontes
    Varias possibilidades
    A cada probabilidade
    Estrada, caminho ou monte
    V
    Creio no seu discernimento
    Acredito na sua direção
    O direito a construção
    De uma vida em andamento
    VI
    Vida, vela, veleja
    Além horizonte uma cruz
    Que também pode ser luz!
    Ao tempo senhor, peleja
    VII
    O espaço a passos marcar
    Seu avô sempre a compasso
    Na firme abertura do aço
    Uma nova história a timbrar
    VIII
    Aposto no tempo
    Acredito em sua formação
    Creio na sua educação
    A luz, o conhecimento
    IX
    Na malha do mundo
    Uma cela a ser quebrada
    Luz e treva são apresentadas
    Em questão de segundos
    X
    A Fé a iluminar
    O facho da indecisão
    A Vida em projeção
    Da proa, no mastro a velejar.

  42. Liberdade de Expressão – Já.
    Luiz Domingos de Luna*
    A sociedade é um show apoteótico da interatividade dos seres humanos. Canal vivo, onde a expansão do conhecimento flui numa roldana contínua, na eterna construção da civilidade, neste ínterim, são naturais as mutações sociais ocorram e de forma plena, é sinal de vitalidade da coesão pensamental, do conjunto harmônico, e da convivência no Contrato social estabelecido.
    A Linguagem do politicamente correto é um ensaio que pode produzir frutos benéficos para o espaço social como um todo, porém, o problema nasce, quando este, busca a perfeição ou a radicalização, ou mesmo o xiitismo literário, e passa a considerar que e toda a historia deve ser adequada a mutação social presente, o que é uma falha, pois senão, vejamos: Quando Monteiro Lobato publicou o artigo Paranóia ou Mistificação, notadamente uma critica ácida aos integrantes da Semana de Arte Moderna, não o fez com a determinação de acabar com o maior movimento literário brasileiro, mas sim, a preservar o pensamento romântico que ainda hoje perdura na literatura brasileira, assim, Monteiro Lobato foi o porta voz de todas as forças literárias que antecederam o modernismo no Brasil.
    Claro que muitos escritores pré- modernistas, ao sabor do tempo e das conveniências, viraram a casaca a nova ordem literária no Brasil, e sobre estes, não se conhece nenhuma perseguição de Monteiro para com as adequações e da liberdade de expressão destes neo modernistas, assim; se pode dizer que: Monteiro Lobato, apesar de ser um homem com uma mentalidade formada com as bases sólidas de sua época, não violou a liberdade de expressão dos modernistas, pois, apenas pontuou para a historia o ponto entre dois mundos o pré- modernista e o modernista.
    Penalizar Monteiro Lobato é Penalizar Paranóia e Mistificação, a vírgula ou o ponto da historia literária do Brasil nestes dois momentos de fusão da literatura brasileira. Que aconteceu sem maiores transtornos para a unidade do povo brasileiro. Logo, a contestação de Monteiro serviu apenas, para mostrar que a liberdade de expressão era, no inicio do século XX um imperativo inviolável para a sociedade brasileira e que, a liberdade de opinião era algo natural, ele mesmo provocou e provou que esta realidade historia literária aconteceu de fato e de direito.
    Cabe a nós do século XXI a missão de, a exemplo de Monteiro Lobato, mostrar que a liberdade de expressão é causa pétrea de nosso de nosso contrato social, sem ela é entrar num mundo onde o desconhecido, a escuridão, vai precisar de uma vela para ler paranóia ou mistificação se ainda existir, para entender onde entramos na zona eterna das trevas desta Paranóia ou Mistificação.
    (*)Professor – Aurora – Ceará

  43. A Expulsão do Paraíso

    Luiz Domingos de Luna
    Livro digital – Google

    – Adão o paraíso é seu
    Os anjos a lhe atender
    A paisagem ao amanhecer
    Cuidai do bosque e de você

    Senhor! Não sei cuidar de mim
    -As aves os animais a paisagem….
    Senhor é tudo miragem
    É uma passagem sem fim
    -Adão o bosque tem até jasmim….
    Senhor, mas quem cuida de mim?
    Está bom vou providenciar Eva
    Acaba finalmente sua treva
    Mas tem um {não} e um {sim}
    Eva é luz no seu caminho
    Mas não coma o fruto do destino
    Não seja desobediente
    Nem a Eva nem a mim
    -Entendeu – sim senhor – Adão
    A serpente ouviu tudo
    Não sei se aos ouvidos surdos
    Ou aos ouvidos do-sim.

  44. Alécya Karen
    Por Luiz Domingos de Luna
    Livro digital – Google

    Nasce Alécya Karen
    No firmamento
    Estrela de Luz
    Brilho que reluz
    Estrada do tempo

    Asas do condor
    Zelai a decência
    Aroma da essência
    De um lar de amor

    Lírios purificados
    Oceano de inspiração
    Casal em união
    Sentimentos untados

    Pequenina a bailar
    No aconchego guarida
    Luz! Beleza! Vida
    Ao mundo brilhar

    Na escola o ensinamento
    Tempos que virão
    Universo em projeção
    Lar, Colégio, juramento

    Linda centelha
    Da minha constelação
    Papai e mamãe do coração
    Raios de uma estrela

    Com o brilho da luz
    Ao Futuro esperar
    Alécya Karen
    Luz que reluz!!
    Na constelação da vida
    Beleza que brilha
    Ao universo povoar.

  45. Corrupção tem vida?
    Luiz Domingos de Luna*
    Na fumaça do poder temporal da existência, o tempo se afunila no espaço num carrossel Constante de giros, cada ser, a dar sua voltinha neste palco ilusório, mas com certeza maravilhoso. É impressionante o parque giratório, para uns o todo, para outros, parte do todo e, até os que dizem que este é o visível e que o invisível é mais lindo ainda. Haja teorias, as hipóteses sempre a desafiar a mente humana, Para os humanos é sempre um desafio compreender que a vida está presa e é perecível, pois assim o próprio terá que conviver numa prisão temporária.
    Dá um grande prejuízo, quando se prioriza a vida, como vetor básico de estudo, pois se perde muito tempo para definir seres vivos dos seres não vivos, pois começa logo um grande problema “Se a vida gera vida, a vida é um processo continuado, assim vai se buscar a origem da vida na própria vida, que com certeza vão sempre continuar encontrando uma corrente infinitesimal no espaço tempo”.
    A definição de vida ligada ao sopro existencial temporal, perecível, portanto, vai de encontro com a paisagem permeada todos. Senão vejamos: O Planeta Terra está vivo ou está morto? Os ecossistemas estão nascendo ou estão morrendo? A seriedade no trato com a coisa publica está viva ou morta, A Lei está viva ou morta? A corrupção está viva ou morta? É neste ponto que se cria um imbróglio generalizado, pois o que deveria está morto está vivo e o que deveria está vivo está morto. A Dualidade do processo interativo no convívio entre os seres humanos fica sempre o espaço da dialética, que vai sujando a história do homo sapiens.
    A Corrupção pela sua própria definição é um ser que em tese deveria ser um ser sem vida, um ser morto – um abstração, como pode a corrupção invadir as instituições pessoas e, como um corpo vivo, a dilacerar o tecido sociológico e anestesiar todo o tecido vivo de uma sociedade viva, pois o que na dá para dizer que a sociedade está morta e a corrupção está viva, pois seria negar todo o processo civilizatório existente, bem como negar o conceito do que é vida e do que é morte. Isto seria o fim dos conceitos provados e comprovados pela humanidade à luz da ciência e da razão.
    (*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra- Aurora – Ceará


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