Ética e Carnaval: temas que se cruzam… sempre

 ticaSempre assim. Chega o período do carnaval e começa a discussão sobre ética pública. A motivação tem o mesmo início: é ético um ministro de Estado, uma autoridade da República aceitar ingresso para assistir em camarote de cervejaria, banco, construtora os desfiles das escolas de samba no Rio de Janeiro? É ético que um ministro do Supremo Tribunal Federal ou de outro tribunal superior aceitar carona em jatinhos de empresários para passar os quatro dias do carnaval em uma recatada e bela cidades costeira do nordeste brasileiro? O que se busca é diferenciar cada vez mais o que é público e o que é privado, o que pode ser considerado forma de aliciamento, maneira de através de agrados conquistar a boa receptividade dessa ou daquela instância dos três Poderes em benefício desta ou daquela empresa, desse ou daquele empresário. Nesses casos, como ética vira uma espécie de guarda-chuva onde tudo pode ser abrigado, há que se ter o tal código do “permitido” e do que não é permitido. Triste época em que usar bom senso, demonstrar lisura no trato da coisa pública tenha que estar em um manual de, vamos dizer, boas maneiras administrativas!


ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Observatório da Imprensa
  • Vale

ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Carta Maior
  • Meu Advogado