Perigos mundiais

Perigos mundiaisÉ uma questão de direito ter em conta que o mundo mudou muito nas últimas décadas. À parte o impressionante progresso das comunicações e dos artefatos tecnológicos, os avanços da ciência molecular, com a decifração do genoma humano, o crescimento do uso da nanotecnologia em escala sempre maior, ainda temos diante de nossa geração alguns perigos imediatos. Esses perigos terão conseqüências funestas se não forem enfrentados com firmeza e com sobriedade. Refiro-me à escalada do hiperterrorismo, que deixou de se circunscrever apenas à região do Oriente Médio, mais especificamente nas relações que envolvem Jerusalém, a Faixa de Gaza e seus arredores. O perigo do acesso de nações à tecnologia nuclear e que têm longa lista de anseios por novos territórios, o fortalecimento do crime organizado com o uso do narcotráfico em sua vanguarda, a corrupção que permeia a estrutura de poder nos governos de tantos países do planeta, o surgimento de pandemias, que vão desde a Aids ao vírus Ebola. O meio ambiente merece também atenção especial de todos nós. É a galopante o desflorestamento, a erosão dos solos em vasta extensão de nações, a desertificação, o empobrecimento da camada de ozônio, a poluição dos mares e dos rios. O desperdício da água, esse bem vital à vida dos seres humanos. E isso tudo em um momento em que o aquecimento do planeta parece ser irreversível. As conseqüências poderão estar muito além de nossas mais pessimistas expectativas. É tempo de ação sistemática por parte de governos e das sociedades civis como um todo. É o futuro do planeta que se encontra, como nunca antes, em nossas mãos.


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