Por uma ética do capital… isso mesmo!

 tica do capitalPara os franceses o nome da globalização é mundialização. Para as massas da humanidade, em sua grande parte vivendo abaixo da linha da pobreza, o mundo vive na ante-sala do horror econômico. O capital que chega, se estabelece, consegue com os governos isenção de impostos para se instalarem, anistia fiscal por longos anos e empregam mão de obra com pouca qualificação a troco de salários vis. O cenário demonstra um processo, de certa forma irreversível, que não tem como ser diminuída sua velocidade, tem como meta se apropriar dos mercados e assim tomar posse das riquezas dos países. E tudo isso dentro dos chamados limites da legalidade. Qual país pobre poderia dispensar a vinda de capital estrangeiro que irá gerar em um primeiro momento um grande número de empregos com carteira assinada e tudo? A questão de direito está em saber quais as conseqüências dessas investidas multinacionais na economia do país-alvo. Qual o comprometimento desses capitais externos com a elevação das condições de vida da população pobre, sempre mais vulnerável? Algo para pensarmos. Antes que seja tarde demais.  

 


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