O pódio que pode ser nosso se apenas o quisermos…

Nada como os Jogos Olímpicos para pensarmos sobre nossos limites físicos. A cada prova, seja de qual fosse a modalidade da competição, estávamos sempre diante de um novo recorde. Somente o Michael Phelps bateu uns 8 recordes (coincidência com as 8 medalhas de ouro?), os atletas além de receberem as desejadas medalhas também eram saudados por estabelecerem um novo limite de velocidade, de resistência, de persistência, de destreza. Na vida também participamos de outra espécie de jogos olímpicos: temos condições de nos superar a cada dia, de sermos melhores que ontem, de nos prepararmos para ganhar medalhas de ouro no campo do serviço ao próximo, na arena da solidariedade, nos gestos de bondade e compaixão e por aí vai. Passamos depressa demais na estrada da vida e não temos tido tempo para apertar as muitas mãos que se dirigem a nós em busca de apoio. O pódio que mais nos interessa não é outro que o da excelência humana, da aquisição de talentos (virtudes) e novas habilidades. Sentir que o mundo ficou um pouco melhor com nossa mudança de atitude, atitudes que podem ser, sempre, infinitamente melhores e centradas no que realmente importa: deixar por onde passamos um rastro de divindade (afinal, não fomos criados à Sua imagem e semelhança?)

One Response so far.

  1. Fernanda Oiticicca disse:

    concordo 100%… Que tenhamos essa outra forma de competicao, a das boas acoes, das melhores virtudes!


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